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Bolsas de NY fecham sem sinal único, com comércio global em foco



31/08/2018 | 18:44


Os índices acionários das bolsas de Nova York fecharam sem sinal único, nesta sexta-feira, 31, em uma sessão volátil, com investidores de olho em novidades do comércio global. O diálogo entre os Estados Unidos e o Canadá, porém, não teve sucesso, embora as negociações devam continuar na próxima semana.

O índice Dow Jones fechou em baixa de 0,09%, em 25.964,82 pontos, o Nasdaq avançou 0,26%, a 8.109,54 pontos, e o S&P 500 teve alta de 0,01%, a 2.901,52 pontos. Na comparação semanal, o Dow Jones subiu 0,68%, o Nasdaq teve ganho de 2,10% e o S&P 500 avançou 0,93%. Em todo o mês de agosto, o Dow Jones subiu 2,16%, o Nasdaq avançou 5,71% e o S&P 500 teve alta de 3,03%.

A notícia da quinta-feira de que o presidente americano, Donald Trump, planeja levar adiante novas tarifas sobre importações da China pressionou as ações. Além disso, os EUA não conseguiram fechar um acordo com o Canadá nesta sexta-feira. Mais para o fim da sessão, porém, o S&P 500 reduziu perdas e fechou praticamente estável, após o anúncio de que o diálogo bilateral será retomado na próxima semana.

Além disso, investidores se posicionaram antes do feriado do Dia do Trabalho nos EUA, na segunda-feira, com mercados fechados.

Em agosto, ações do setor de tecnologia se destacaram. Apple teve ganho de 20% neste mês e Amazon, de 13%, enquanto Netflix subiu 9%. Investidores estiveram mais confiantes diante de indicadores econômicos que mostraram um ritmo positivo nos EUA, com economia um pouco mais forte que o previsto no segundo trimestre e alta nos lucros corporativos após impostos.

Por outro lado, o quadro nos emergentes gera certa cautela, segundo analistas e investidores. Diretor do escritório de investimentos da Tavistock Investments, Christopher Peel afirmou que reduziu bastante sua exposição aos emergentes em junho, mas busca agora novas oportunidades em alguns desses países com quadro econômico mais saudável. Na opinião dele, o risco de um contágio mais grave nos mercados emergentes pode ter sido exagerado. "Há alguns grandes mercados emergentes que estão muito, muito baratos", comentou.



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