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Montagem nacional de ‘Annie, o Musical’ apresenta história da garotinha ruiva para nova geração


Luís Felipe Soares
Diário do Grande ABC

02/09/2018 | 07:00


Nascida nas tirinhas em quadrinhos há quase 100 anos, Annie provou ter simpatia o suficiente para conquistar o público de diferentes gerações em variados formatos. A história da garotinha órfã já foi contada em versões para rádio, teatro, cinema e televisão, com sua jornada sendo revisitada de tempos em tempos para que seu público se renove.

A versão mais conhecida sobre Annie nasceu na década de 1970, em sua primeira adaptação para os palcos no circuito da Broadway, em Nova York, nos Estados Unidos, com a jovem de 11 anos morando em orfanato com outras meninas e sonhando com uma vida melhor. Tudo começa a mudar quando passa o Natal na mansão do milionário Oliver Warbucks, cujo jeito sério é quebrado aos poucos por conta da doçura da protagonista.

A personagem tem grande força, principalmente, no entretenimento norte-americano, onde a cultura pop fez canções, vestimentas e momentos da história tornarem-se referências. O Brasil abre espaço em seu universo cultural mais uma vez para a história em Annie, o Musical, com temporada iniciada semana passada no Teatro Santander (Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 2.041. Tel.: 4003-1022), em São Paulo. É a primeira vez que a montagem chega ao País. Na Capital, as sessões ocorrem às quintas e sextas-feiras (21h), sábados (16h30 e 21h) e domingos (15h e 19h), pelo menos, até dezembro. Os ingressos custam entre R$ 75 e R$ 310, sendo vendidos no local, em pontos especiais e por meio da internet (www.ingressorapido.com.br).

O show já passou por mais de 40 países. Por aqui, o elenco é liderado pelas atrizes Maria Clara Rosis, Luiza Gattai e Sienna Belle, trio que se reveza no papel principal. São 25 números musicais, incluindo versões em português dos clássicos Tomorrow (Amanhã) e It’s The Hard Knock Life (Vida Dura Irmão). Está mais fácil cantar e se emocionar com Annie.

Órfãos ficam no aguardo de tutores responsáveis

Uma pessoa fica órfã quando os pais morrem (seja o pai, a mãe ou os dois). No caso de se perder os dois responsáveis e o filho ter menos de 18 anos, geralmente um familiar (casos de avós e tios) fica com a tutela da criança. A partir de então, o adulto passa a responder judicialmente pelo jovem, suprindo a falta dos pais em diversos aspectos além da atenção e carinho, como fornecedor de alimentação, moradia, educação, saúde e segurança – ações previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente.

Outra situação nesse tipo de caso ocorre quando a criança ou o adolescente ainda tem os pais vivos, mas eles são ausentes em sua criação. Pode-se deixar a pessoa sobre responsabilidade de outro adulto.

Caso não exista algum tipo de parente ou conhecido habilitado para assumir esse papel, os jovens podem ser levados para morar em abrigos ligados ao governo (municipal, estadual ou nacional), onde irão conviver com outros em situações iguais ou parecidas, caso de indivíduo que ainda conta com pais vivos, porém eles não possuem condições de criá-lo (por conta de abandono e violência doméstica, por exemplo).

Permissões da Justiça tornam possível que crianças sejam adotadas, ou seja, são integradas a outras famílias melhor estruturadas. Os abrigos acolhem moradores com até 18 anos, idade máxima para que usufruam desse serviço.

Personagem foi desenvolvida nos anos 1920 pelo ilustrador norte-americano Harold Gray (1894-1968), sendo desenhada por outros artistas depois da morte de seu criador

ANINHA, A PEQUENA ÓRFÃ. Abordando vários assuntos, as populares tirinhas de jornal foram publicadas entre 1924 e 2010

ANNIE (1982). O clássico filme musical infantil marcou época ao adaptar o espetáculo que agitou a Broadway nos anos 1970

ANNIE (2014). A mais recente versão para os cinemas quebrou barreiras com a atriz negra Quvenzhané Wallis como protagonista

ANNE WITH AN E (2017-2018). Com estilo adulto, a série mostra a jovem enviada por engano para viver com casal de irmãos


 



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