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Marina Silva afirma que Mauá é ‘o nome e o endereço do desemprego’

Presidenciável da Rede participou de primeiro ato oficial no Grande ABC


Aline Melo
do Diário do Grande ABC

26/08/2018 | 07:00


A candidata a presidente da República Marina Silva (Rede) participou ontem do primeiro ato oficial de sua campanha no Grande ABC. Na Praça 22 de Novembro, no Centro de Mauá, Marina afirmou que a cidade “é o nome e o endereço daquilo que nós chamamos de desemprego, falta de atenção com a Saúde e com a Segurança Pública”. “Fiz questão de estar aqui, nossa primeira manifestação de rua, na cidade que tem índice de desemprego maior que a média do Brasil”, declarou, sem citar números. O candidato a governador pelo PMN, Claudio Aguiar, participou do ato.

A candidata afirmou que o plano para gerar empregos inclui instalação de 1,5 milhão de placas de geração solar em telhados de casas pelo País. “Estamos prontos para a nova economia dos tetos solares. Vai gerar muitos empregos, principalmente para os jovens”, pontuou. “Vamos incentivar cada vez mais o turismo, os investimentos na infraestrutura, na construção civil, sobretudo em moradias, porque em Mauá há grande deficit, e (esse investimento) gera muitos empregos de forma mais rápida”, completou. 

Questionada sobre qual seria a origem dos recursos para a realização dos projetos, a presidenciável afirmou que o dinheiro virá do combate à corrupção, da eficiência do Estado e do controle do gasto público. “Geração de emprego depende de o Brasil voltar a crescer. Com credibilidade, os investidores internos e externos se encorajarão.”

MILHÕES X TOSTÕES

Marina afirmou que sua campanha de tostões vai vencer as campanhas de milhões. “Não tenho medo dos milhões. Nossos tostões, com a consciência e a postura do povo brasileiro, vão derrotar as velhas estruturas da mentira e da agressividade”, declarou. 

“Os partidos PT, MDB, PSDB decidiram dividir o dinheiro do fundo eleitoral entre eles. Quando soma o fundo eleitoral com o fundo partidário, tem quase meio bilhão, mas eu sempre digo, o coração e a consciência dos brasileiros são bem maiores do que o dinheiro deles, e vamos mostrar que a postura do eleitor vai derrotar a estrutura”, exemplificou.

A candidata assinalou ainda que pretende usar o diálogo para superar a falta de recursos e de tempo na de propaganda da TV, já que conta com apenas 28 segundos de exposição. “Vamos surpreender com nosso poder de síntese e dizer no pouco tempo que temos o que é bom para o Brasil”, garantiu. Após ter travado dura discussão com o deputado Jair Bolsonaro (PSL) no último debate, Marina negou que o candidato seja seu maior rival. “Só posso escolher meus aliados”, disse. Após o ato, a candidata seguiu para Diadema, para o lançamento da candidatura a deputada federal de Regina Gonçalves (PV). 



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