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Sonho do primeiro carro vira pesadelo

Arquivo pessoal Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Vanessa Soares

10/08/2018 | 19:17


Em abril deste ano o porteiro Erivan Ferreira da Silva, 33 anos, de São Bernardo, finalmente conseguiu conquistar o sonho do primeiro carro, um Siena 2002, comprado com a Clean Renovadora de Veículos, localizada em Santo André. Mal sabia ele que após alguns dias tudo se transformaria em um grande pesadelo.

Segundo Silva, após andar um pouco com o carro, o veículo apresentou vazamentos de água e óleo e a dor de cabeça começou. “Quando comprei, o vendedor me disse que tinham feito a revisão. Acreditei”, relembra. Ele então entrou em contato com a loja, que prontamente agendou visita a um mecânico. “O mecânico falou que não iria arrumar o carro porque queriam que ele fizesse uma gambiarra.” Ciente do ocorrido, a loja o mandou para outro profissional. “Mas quando fui pegar o carro, estava pior do que entreguei. O vazamento continuava e começou a falhar.”

Além disso, Silva acrescenta que no ato da compra o veículo possuía algumas avarias na lataria, que a loja também se comprometeu a consertar. “O funileiro deles devolveu o carro todo riscado, com o farol quebrado e mais amassado. Não fizeram o serviço benfeito”, garante.

Após reclamar mais uma vez sobre os serviços, a loja não quis mais ajudá-lo. “O dono me disse que não faria mais nada. Desde então o carro está encostado”, finaliza.

Em contato por telefone, a loja se comprometeu em enviar um pronunciamento oficial por e-mail, porém até a publicação desta reportagem, não o fez.

O Procon informa que para produtos duráveis, no caso do carro, a garantia por lei é de 90 dias. Quando a empresa não resolve o problema de um produto que está dentro da garantia legal no prazo de 30 dias e o defeito persiste, é direito do consumidor optar pela troca do produto, pelo cancelamento da compra com a devolução dos valores já pagos ou ainda o abatimento proporcional do preço. Quem escolhe uma das três opções é o consumidor. 



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