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Como é feita a pilha?


Luís Felipe Soares

24/06/2018 | 11:40


O processo de desenvolvimento das pilhas nas fábricas passa por etapas diferentes. A base de tudo é um molde de aço revestido com níquel em pedaços ovais. Eles são transformados em tubos chamados de consoles, que dão origem ao formato do item como o conhecemos. É dentro disso que estarão misturadas diversas substâncias químicas, a exemplos de prata, dióxido de manganês, sulfeto de bário e grafite. Com a ajuda de uma prensa, chega a hora de se fazer o ‘isolamento’ da pilha, processo no qual tira de papel permite que os íons (átomos que ganham ou perdem elétrons, partículas superpequenas, por conta de reações que, neste caso, são químicas) ‘corram’ entre os polos positivo e negativo, cada um existente em uma das pontas da estrutura. Detalhes como a presença de cola quente para selar as extremidades finalizam o processo.

As pilhas funcionam como espécie de miniusina portátil, na qual a energia química é transformada em energia elétrica. Dentro do item acontece atividade que remove os elétrons do lado negativo empurrando-os para o lado positivo. Toda essa movimentação é denominada oxirredução, com esse tipo de reação obtendo a energia que usamos do item em aparelhos, a exemplo de controles remotos, robôs de brinquedo e algumas lanternas. A eletricidade só é gerada quando os dois polos estão em contato em um circuito fechado.

A ideia da fabricação da primeira pilha elétrica surgiu em 1800, por meio do físico italiano Alessandro Volta (1745-1827). Na época, ele empilhou – termo que deu origem ao nome do item – discos de cobre e de zinco, montando estrutura ao realizar junção deles de maneira alternada e os separando por pedaços de tecidos embebidos em solução de ácido sulfúrico, gerando a energia.

É possível encontrar nas lojas opções de tamanhos específicos, das AAA (palito) a D (grande), e tipos distintos. As comuns, ou ‘secas’, são formadas por zinco (polo negativo) e carbono (polo positivo), entrando em contato interno entre si por meio de mistura de dióxido de manganês, carbono e cloreto amônio. Já as chamadas alcalinas trocam cloreto de amônio por hidróxido de potássio ou sódio, apresentando durabilidade maior devido à pureza de seus materiais. 



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