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Argentina afasta favoritismo após classificação na última rodada

Claudinei Plaza/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Messi e companhia esperam chegar de novo à final, como em 2014, mas com outro desfecho


Dérek Bittencourt
Anderson Fattori

08/06/2018 | 07:00


A Argentina chegou à Copa do Mundo da Rússia depois de passar por muitas dificuldades durante as Eliminatórias Sul-Americanas, competição na qual alcançou a classificação somente na última rodada, em terceiro lugar, atrás de Brasil e Uruguai. Ainda assim, Lionel Messi, Javier Mascherano e companhia tentam repetir o desempenho do Mundial de 2014, quando o time foi finalista, mas com desfecho diferente – perdeu para a Alemanha.

Ainda assim, o camisa 10 não coloca os hermanos entre os candidatos ao título, apesar de destacar as qualidades da seleção. “Se não somos favoritos, trabalhamos duro e nos preparamos bem. Temos jogadores individuais de sobra para brigar de igual para igual com qualquer um”, afirmou Messi ao jornal catalão Mundo Deportivo. “Somos realistas. Tivemos um processo complicado, mudança de treinadores, presidente da AFA (Associação de Futebol Argentino). Houve muitos problemas. Foi difícil classificar e sofremos até o último jogo, então é bom chegarmos tranquilos e pensando a cada jogo.”

Opinião similar tem Mascherano. “Há seleções que estão em um melhor nível, mas podemos competir. Em 2014, também não éramos candidatos e chegamos à final. Falava-se do Brasil, por ser anfitrião, da Espanha, que vinha do título na Copa anterior, e da Alemanha. Quando começa a Copa, acaba o favoritismo”, comentou.

Os argentinos, inclusive, somam três insucessos seguidos em decisões – e não vencem um título desde a Copa América de 1993. Além do revés no Brasil, foram vice nas duas últimas edições da Copa América para o Chile (2015 e 2016). “Tivemos má sorte de não ganhar nenhuma das três finais. E isso fez que tudo se manchasse um pouco”, afirmou o camisa dez.

O técnico Jorge Sampaoli teve baixa considerável de última hora: o goleiro Romero sentiu lesão no joelho direito e acabou cortado. Um dos líderes do grupo, ele deverá ter a vaga ocupada entre os titulares por Caballero, do Chelsea.

A estreia da Argentina – cabeça de chave do Grupo D – será no dia 16, contra a Islândia. A chave ainda conta com Croácia, adversária no dia 21, e Nigéria, diante da qual fecha a participação no dia 26.

TIME BASE: Caballero; Salvio, Fazio, Otamendi e Tagliafico; Mascherano, Biglia e Di María; Messi, Agüero e Higuaín.


Meio campo anima Croácia na luta por vaga nas oitavas

A Croácia mostrou no amistoso contra o Brasil – apesar da derrota por 2 a 0 – futebol capaz de empolgar o torcedor e credenciar o time a uma das duas vagas nas oitavas de final da Copa. O grande trunfo é a qualidade do meio de campo, formado por Modric e Kovacic, do Real Madrid, Rakitic, do Barcelona, além de Perisic e Brozovic, da Inter de Milão.

A experiência faz com que o time não tema nem mesmo os adversários mais poderosos, tanto que venceu a Espanha na Eurocopa-2016. A maior parte do grupo joga em grandes clubes europeus, o que faz com que o elenco não sinta pressão.

TIME BASE: Subasic; Vrsaljko, Vida, Lovren e Corluka; Ratikic, Modric, Kovacic, Brozovic e Perisic; Mandzukic.


Estreante, Islândia busca repetir bom desempenho da Eurocopa-2016

A Islândia é uma daquelas seleções que jogam sem muita responsabilidade. E essa leveza deixa a estreante do Mundial-2018 com o mesmo sentimento que debutou na Eurocopa de 2016 e terminou a competição entre os quadrifinalistas – com show à parte da torcida viking nas arquibancadas.

O principal destaque da nação de apenas 340 mil habitantes é Sigurdsson, do Everton, sendo a referência entre meio e ataque islandês.

TIME BASE: Halldórson; Saevarsson, Sigurdsson, Arnason e Magnússon; Gudmundsson, Gunnarsson, Hallfredsson, Bjarnason e Sigurdsson; Finnbogason.


Nigéria vai para Rússia empolgada, mas com goleiro bastante jovem

A classificação para a Copa do Mundo sem dificuldade criou enorme expectativa pela participação da Nigéria, mesmo caindo no chamado grupo da morte. Comandado pelo alemão Gernot Rohr, o time evoluiu muito nos últimos anos. O treinador deixou de lado medalhões de campanhas anteriores e conta com elenco mais homogêneo na Rússia.

O ponto mais fraco é no gol. A Nigéria perdeu Ikeme, com leucemia, e viu Enyema se aposentar. A confiança está depositada em Uzoho, 19 anos.

TIME BASE: Uzoho; Shehu, Troost-Ekong, Balogun e Idowu; Obi, Obi Mikel e Onazi; Iwobi, Moses e Ighalo. 



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