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E se acontecer uma emergência?


Cíntia Bortotto

07/05/2018 | 07:02


Você é gestor ou líder? O que acontece caso você tenha um imprevisto e precise ficar longe da empresa por um tempo, como um afastamento súbito? É importante que você esteja preparado para que a empresa não sofra tanto e tenha mapeado uma pessoa que pode desempenhar a função de seu antecessor com primor. Daí a importância do sucessor emergencial.

Um sucessor é um colaborador que pode o substituir em sua posição, ou seja, pode desempenhar as suas funções hoje ou daqui a algum tempo. Existem sucessores, em preparação, prontos e sucessores emergenciais. Os emergenciais são aqueles que já têm o conhecimento de suas funções, ou seja, se você precisar se afastar emergencialmente, ele ou ela assumiria sua área sem problemas, entendendo e com competências dentro do esperado. Alguns dos sucessores emergenciais não são os mesmos sucessores em preparação, em geral.

Para escolher um sucessor emergencial é importante observar o comportamento. Quanto este colaborador está comprometido e engajado? Quanto ele conhece da área e de seu dia a dia? Quanto este profissional entende e segue os valores da empresa? E por que prepará-lo nas férias? Neste período, o colaborador pode efetivamente experimentar a função, delegando, inspirando e fazendo uso de tantos recursos, além de treinamentos. Para escolhê-lo, fique de olho nas competências:

1 – Conhecimento da função do superior imediato
2 – Conhecimento técnico
3 – Potencial para assumir a posição
4 – Competências-chave do negócio escolhido

As férias também podem ser utilizadas como uma oportunidade de conhecer e contratar a pessoa mesmo antes de ela ser promovida, preservando, desta maneira, a empresa e o colaborador.

Lembre-se de que se você está onde está é porque outras pessoas também perceberam que você agrega valor. Desta forma, não vale ficar pensando no que teria acontecido se fossem outras pessoas que estivessem no seu lugar, ou se alguém ocuparia seu lugar. Estas são perguntas muito difíceis de responder, portanto, acredite em você e siga adiante. Muitos gestores pensam exatamente assim. Pois bem, se seu gestor é assim, reavalie se é aí que você quer estar. Se a relação estabelecida com o gestor for de confiança, dificilmente acontecerão problemas e você pode sugerir uma série de trabalhos/mudanças.

Siga confiante e boa sorte! 



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E se acontecer uma emergência?

Cíntia Bortotto

07/05/2018 | 07:02


Você é gestor ou líder? O que acontece caso você tenha um imprevisto e precise ficar longe da empresa por um tempo, como um afastamento súbito? É importante que você esteja preparado para que a empresa não sofra tanto e tenha mapeado uma pessoa que pode desempenhar a função de seu antecessor com primor. Daí a importância do sucessor emergencial.

Um sucessor é um colaborador que pode o substituir em sua posição, ou seja, pode desempenhar as suas funções hoje ou daqui a algum tempo. Existem sucessores, em preparação, prontos e sucessores emergenciais. Os emergenciais são aqueles que já têm o conhecimento de suas funções, ou seja, se você precisar se afastar emergencialmente, ele ou ela assumiria sua área sem problemas, entendendo e com competências dentro do esperado. Alguns dos sucessores emergenciais não são os mesmos sucessores em preparação, em geral.

Para escolher um sucessor emergencial é importante observar o comportamento. Quanto este colaborador está comprometido e engajado? Quanto ele conhece da área e de seu dia a dia? Quanto este profissional entende e segue os valores da empresa? E por que prepará-lo nas férias? Neste período, o colaborador pode efetivamente experimentar a função, delegando, inspirando e fazendo uso de tantos recursos, além de treinamentos. Para escolhê-lo, fique de olho nas competências:

1 – Conhecimento da função do superior imediato
2 – Conhecimento técnico
3 – Potencial para assumir a posição
4 – Competências-chave do negócio escolhido

As férias também podem ser utilizadas como uma oportunidade de conhecer e contratar a pessoa mesmo antes de ela ser promovida, preservando, desta maneira, a empresa e o colaborador.

Lembre-se de que se você está onde está é porque outras pessoas também perceberam que você agrega valor. Desta forma, não vale ficar pensando no que teria acontecido se fossem outras pessoas que estivessem no seu lugar, ou se alguém ocuparia seu lugar. Estas são perguntas muito difíceis de responder, portanto, acredite em você e siga adiante. Muitos gestores pensam exatamente assim. Pois bem, se seu gestor é assim, reavalie se é aí que você quer estar. Se a relação estabelecida com o gestor for de confiança, dificilmente acontecerão problemas e você pode sugerir uma série de trabalhos/mudanças.

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