
Estudos realizados com cobaias pelo Programa de Toxicologia dos Estados Unidos (National Toxicology Program, NTP) mostrou que ratos e camundongos desenvolveram vários tumores depois de tratados com altas doses de Fenolftaleína.
A partir das pesquisas, o órgão sanitário americano Food and Drug Administration (FDA) concluiu que há risco de a substância causar câncer em seres humanos.
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