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Fama de inquebrável

André Henriques/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Nilton Valentim

02/03/2018 | 07:49


Dois anos depois de ser lançado no Japão, o Honda Fit desembarcou no Brasil em 2003. E rapidamente o hatch ganhou espaço no mercado e até os dias atuais segue como um dos modelos mais desejados em circulação, com mais de 500 mil vendidos. A boa reputação se deve à fama de que é um carro ‘inquebrável’, além de outros atributos elencados por quem anda com um. O fato é que, na maioria dos casos, quem já teve um Fit sempre troca por outro.

Durante uma semana a equipe de reportagem do Diário circulou com um modelo 2018 EX CVT 1.5 e conversou com proprietários que não cansam de destacar as qualidades do carro. “Nunca dá problema. É abastecer e andar. Jamais fiquei parada com ele por qualquer defeito”, afirma a psicóloga Sandra Monica de Paiva Cavalcanti, 48 anos, de São Bernardo, e que dirige Fit há seis anos. Teve um 2010 e trocou por outro um ano mais novo.

O vendedor Paulo Roberto dos Santos, 72 anos, de São Bernardo, também está no segundo Fit. Hoje, pilota um LX 2008 com transmissão manual e mais de 236 mil quilômetros rodados. “Só vejo vantagens, não dá manutenção. É muito espaçoso. Rebato os bancos traseiros e consigo levar muita coisa”, afirma. Ele lembra a viagem que fez de Toledo, no Paraná, até São Paulo. “Trouxe a mudança da minha filha, além dos passageiros, dois cachorros e muita bagagem”. Sobre o Fit anterior, lembra que quando vendeu a pessoa que comprou equivocou-se e encheu o tanque com etanol (ele não era flex). Mesmo assim, o carro rodou sem problema algum.

O analista Rodrigo De Pieri Fernandes, 30 anos, é dono de um Fit ano 2009 EXL automático e está bem satisfeito com o carro. “É muito silencioso, tem conforto extraordinário, direção elétrica e um espaço interno muito bom. Gosto do espaço que tem embaixo dos bancos traseiros, quando viajamos, ajuda muito”, aponta. “Eu compraria outro sem sombra de dúvida. Meu carro comprova aquele boato de que o Honda não quebra. Realmente, tem uma mecânica privilegiada”, afirma. Para não ficar só nos elogios, aponta o fato de o carro ser baixo e pede um pouco mais de torque. 



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