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Iraquianos protestam gritando ''Morte aos Estados Unidos''


Das Agências

19/02/2001 | 12:56


Milhares de iraquianos participam de manifestações em Bagdá e arredores, gritando ''Morte aos Estados Unidos'' e ''Jihad na Palestina'' nesta segunda-feira. É o terceiro dia consecutivo de protestos realizados para denunciar os ataques aéreos contra a capital iraquiana.

  Na Cidade Saddam, ao Norte de Bagdá, cerca de cinco mil manifestantes colocaram fogo em bandeiras americanas e israelenses e agitavam bandeiras palestinas e retratos do presidente Saddam Husseim.

  A multidão repetia palavras de ordem hostis ao presidente George W. Bush, que ordenou os ataques aéreos que causaram três mortes e deixaram 30 feridos.

As passeatas foram organizadas pelo partido Baas, no poder no Iraque.

  A 15 km dali, em Al-Adhamiyeh, ao Nordeste da capital, cerca de dez mil manifestantes denunciaram os ataques dos Estados Unidos e reafirmaram fidelidade ao regime do presidente Saddam Hussein.

  Na região de Oubaïdy, mais de cinco mil pessoas, entre elas vários trabalhadores, queimaram bandeiras americanas e britânicas. Levando legendas iraquianas e palestinas, eles andaram durante uma hora bradando palavras de ordem pela ''Jihad'', a guerra santa, e pela libertação da terra árabe de toda traição ou tirania de Bagdá a Jerusalém.

  A multidão repetia : ''Oh Saddam, nós somos teus soldados, bombardeie Tel Aviv'' ou ''Nós não cederemos a Jerusalém''.

  As mesmas palavras de ordem foram usadas no bairro de Al-Alaouiya, no Centro de Bagdá, onde cerca de sete mil manifestantes denunciavam os bombardeios anglo-americanos.

  O Iraque afirma que vai combater os Estados Unidos e a Inglaterra, cujos aviões sobrevoam a zona de exclusão aérea ao Sul e Norte do Iraque, operações contestadas por Bagdá. 



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Iraquianos protestam gritando ''Morte aos Estados Unidos''

Das Agências

19/02/2001 | 12:56


Milhares de iraquianos participam de manifestações em Bagdá e arredores, gritando ''Morte aos Estados Unidos'' e ''Jihad na Palestina'' nesta segunda-feira. É o terceiro dia consecutivo de protestos realizados para denunciar os ataques aéreos contra a capital iraquiana.

  Na Cidade Saddam, ao Norte de Bagdá, cerca de cinco mil manifestantes colocaram fogo em bandeiras americanas e israelenses e agitavam bandeiras palestinas e retratos do presidente Saddam Husseim.

  A multidão repetia palavras de ordem hostis ao presidente George W. Bush, que ordenou os ataques aéreos que causaram três mortes e deixaram 30 feridos.

As passeatas foram organizadas pelo partido Baas, no poder no Iraque.

  A 15 km dali, em Al-Adhamiyeh, ao Nordeste da capital, cerca de dez mil manifestantes denunciaram os ataques dos Estados Unidos e reafirmaram fidelidade ao regime do presidente Saddam Hussein.

  Na região de Oubaïdy, mais de cinco mil pessoas, entre elas vários trabalhadores, queimaram bandeiras americanas e britânicas. Levando legendas iraquianas e palestinas, eles andaram durante uma hora bradando palavras de ordem pela ''Jihad'', a guerra santa, e pela libertação da terra árabe de toda traição ou tirania de Bagdá a Jerusalém.

  A multidão repetia : ''Oh Saddam, nós somos teus soldados, bombardeie Tel Aviv'' ou ''Nós não cederemos a Jerusalém''.

  As mesmas palavras de ordem foram usadas no bairro de Al-Alaouiya, no Centro de Bagdá, onde cerca de sete mil manifestantes denunciavam os bombardeios anglo-americanos.

  O Iraque afirma que vai combater os Estados Unidos e a Inglaterra, cujos aviões sobrevoam a zona de exclusão aérea ao Sul e Norte do Iraque, operações contestadas por Bagdá. 

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