Fechar
Publicidade

Terça-Feira, 10 de Dezembro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Economia

soraiapedrozo@dgabc.com.br | 4435-8057

Casas Bahia prevê ambiente econômico favorável em 2006


Hugo Cilo
Do Diário do Grande ABC

31/08/2005 | 08:57


  

A crise política e a instabilidade econômica não afetarão as vendas do varejo no país. Pelo contrário. O crescimento do CDC (Crédito Direto ao Consumidor) e a expansão dos empréstimos consignados farão de 2005 um dos melhores da história para o comércio. E o clima de otimismo permanecerá em 2006, sustentado pelo aumento das vendas, decorrência de eleições e Copa do Mundo, eventos que injetam maior quantidade de dinheiro no mercado e ampliam as vendas de eletroeletrônicos em até 60%.

A avaliação é do diretor-executivo da Casas Bahia, Michael Klein. Em entrevista ao Diário – durante inauguração da loja número 463 da rede, em São Caetano, berço da empresa e sede administrativa da rede – Klein garantiu que o varejo está isolado das questões que tumultuam a capital federal. "É preciso enxergar mais longe. O momento é favorável, principalmente pela aproximação de ano eleitoral e de Copa do Mundo. Juros sinalizando queda e dólar barato, que reduz os preços de componentes eletrônicos, completam esse cenário promissor."

Sob o comando dele, a maior rede varejista do país atingiu no ano passado faturamento recorde de R$ 9 bilhões – a previsão é fechar o ano com R$ 12 bilhões e faturar em 2006 R$ 15 bilhões. Os números de geração de empregos não ficam atrás: a empresa mantém quase 40 mil funcionários em oito Estados. Em 2003, eram 15 mil.

A rede é quinta no ranking Quem é Quem no Grande ABC 2005, do Diário, e a única do setor de comércio entre as 13 maiores empresas da região em faturamento. Todas as demais são indústrias.

Klein afirma que a Casas Bahia já definiu o orçamento do próximo ano baseada na expectativa de faturamento de R$ 15 bilhões. "Fizemos as contas sem fazer qualquer correlação com a situação política. Não importa se há caixa um, dois ou três. Entramos num ritmo de expansão, desde o ano passado, que não me faz esperar salto menor que R$ 3 bilhões ao ano."

A euforia do varejo, segundo Klein, está ancorada no fato de a economia continuar apresentando crescimento forte e constante. "As indústrias pararam as máquinas? De jeito nenhum. Os agricultores deixaram de plantar cana-de-açúcar, soja ou milho? Claro que não. E é isso que nos estimula a fazer previsões de crescimento", afirma.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Casas Bahia prevê ambiente econômico favorável em 2006

Hugo Cilo
Do Diário do Grande ABC

31/08/2005 | 08:57


  

A crise política e a instabilidade econômica não afetarão as vendas do varejo no país. Pelo contrário. O crescimento do CDC (Crédito Direto ao Consumidor) e a expansão dos empréstimos consignados farão de 2005 um dos melhores da história para o comércio. E o clima de otimismo permanecerá em 2006, sustentado pelo aumento das vendas, decorrência de eleições e Copa do Mundo, eventos que injetam maior quantidade de dinheiro no mercado e ampliam as vendas de eletroeletrônicos em até 60%.

A avaliação é do diretor-executivo da Casas Bahia, Michael Klein. Em entrevista ao Diário – durante inauguração da loja número 463 da rede, em São Caetano, berço da empresa e sede administrativa da rede – Klein garantiu que o varejo está isolado das questões que tumultuam a capital federal. "É preciso enxergar mais longe. O momento é favorável, principalmente pela aproximação de ano eleitoral e de Copa do Mundo. Juros sinalizando queda e dólar barato, que reduz os preços de componentes eletrônicos, completam esse cenário promissor."

Sob o comando dele, a maior rede varejista do país atingiu no ano passado faturamento recorde de R$ 9 bilhões – a previsão é fechar o ano com R$ 12 bilhões e faturar em 2006 R$ 15 bilhões. Os números de geração de empregos não ficam atrás: a empresa mantém quase 40 mil funcionários em oito Estados. Em 2003, eram 15 mil.

A rede é quinta no ranking Quem é Quem no Grande ABC 2005, do Diário, e a única do setor de comércio entre as 13 maiores empresas da região em faturamento. Todas as demais são indústrias.

Klein afirma que a Casas Bahia já definiu o orçamento do próximo ano baseada na expectativa de faturamento de R$ 15 bilhões. "Fizemos as contas sem fazer qualquer correlação com a situação política. Não importa se há caixa um, dois ou três. Entramos num ritmo de expansão, desde o ano passado, que não me faz esperar salto menor que R$ 3 bilhões ao ano."

A euforia do varejo, segundo Klein, está ancorada no fato de a economia continuar apresentando crescimento forte e constante. "As indústrias pararam as máquinas? De jeito nenhum. Os agricultores deixaram de plantar cana-de-açúcar, soja ou milho? Claro que não. E é isso que nos estimula a fazer previsões de crescimento", afirma.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;