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Boato virtual sobre refrigerante é desmentido


Camila Zanini
Do Diário OnLine

09/05/2003 | 14:37


O Guaraná Kuat, do Grupo Coca-Cola, foi vítima de mais um boato de Internet, conhecidos como hoax – uma mensagem que está circulando via e-mail dá conta de que o refrigerante teria grande quantidade de Fenofinol Ameido e Voliteral, substâncias tóxicas que causariam mau funcionamento dos rins e câncer. No entanto, as substâncias nem mesmo existem.

O diagnóstico é atribuído ao Instituto Fleury e traz ainda a recomendação do médico Paulo José Teixeira, supostamente formado pela USP e especialista em toxicologia, de que as pessoas não deveriam ingerir mais a bebida. O Instituto Fleury repudiou publicamente o uso indevido de seu nome como, também, atestou jamais ter analisado o refrigerante.

A mensagem teria sido assinada por Monique Freitas, da Sociedade Brasileira de Cardiologia, incluindo telefones para contato para que internautas pudessem confirmar a denúncia. No entanto, ao ser contatada pelo Diário OnLine, Monique afirmou que não escreveu e-mail e que não faz idéia de quem possa ter usado seu nome para divulgar o boato.

”Já entrei em contato com a Coca-Cola para esclarecer a situação, mas eles não têm como rastrear quem iniciou o boato”, explicou. “Também tentei falar com o médico citado no texto, mas ele não existe”, revelou Monique.

O falso alerta afirmava ainda que 23 pessoas já teriam passado pelo Hospital das Clínicas com falta de atividade renal e o aparecimento de tumores no reto depois de consumir altas doses de guaraná Kuat.

A Direção da Coca-Cola teria, inclusive, assumido a culpa e prometido indenizar os pacientes e todos aqueles que viessem a se contaminar com o Guaraná.



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Boato virtual sobre refrigerante é desmentido

Camila Zanini
Do Diário OnLine

09/05/2003 | 14:37


O Guaraná Kuat, do Grupo Coca-Cola, foi vítima de mais um boato de Internet, conhecidos como hoax – uma mensagem que está circulando via e-mail dá conta de que o refrigerante teria grande quantidade de Fenofinol Ameido e Voliteral, substâncias tóxicas que causariam mau funcionamento dos rins e câncer. No entanto, as substâncias nem mesmo existem.

O diagnóstico é atribuído ao Instituto Fleury e traz ainda a recomendação do médico Paulo José Teixeira, supostamente formado pela USP e especialista em toxicologia, de que as pessoas não deveriam ingerir mais a bebida. O Instituto Fleury repudiou publicamente o uso indevido de seu nome como, também, atestou jamais ter analisado o refrigerante.

A mensagem teria sido assinada por Monique Freitas, da Sociedade Brasileira de Cardiologia, incluindo telefones para contato para que internautas pudessem confirmar a denúncia. No entanto, ao ser contatada pelo Diário OnLine, Monique afirmou que não escreveu e-mail e que não faz idéia de quem possa ter usado seu nome para divulgar o boato.

”Já entrei em contato com a Coca-Cola para esclarecer a situação, mas eles não têm como rastrear quem iniciou o boato”, explicou. “Também tentei falar com o médico citado no texto, mas ele não existe”, revelou Monique.

O falso alerta afirmava ainda que 23 pessoas já teriam passado pelo Hospital das Clínicas com falta de atividade renal e o aparecimento de tumores no reto depois de consumir altas doses de guaraná Kuat.

A Direção da Coca-Cola teria, inclusive, assumido a culpa e prometido indenizar os pacientes e todos aqueles que viessem a se contaminar com o Guaraná.

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