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Rede D’Or adquire Hospital Ribeirão Pires

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

É o quinto complexo comprado na região;
São Luiz deve abrir em julho em S.Caetano


Soraia Abreu Pedrozo
Do Diário do Grande ABC

20/12/2016 | 07:21


A fluminense Rede D’Or São Luiz deu mais um passo em seu projeto de expansão nas sete cidades, com a compra do Hospital Ribeirão Pires. O complexo hospitalar é a quinta aquisição do grupo no Grande ABC em sete anos. No total, a empresa agora soma 805 leitos na região. O valor da transação não foi revelado.

“A Rede D’Or São Luiz confirma que o Hospital Ribeirão Pires agora faz parte do grupo. Neste primeiro momento, realizará um diagnóstico avaliando todas as oportunidade de melhoria, para assim traçar um plano de investimento”, afirma o grupo, em nota, sem abrir cifras.

A primeira unidade do Grande ABC a integrar a rede foi o Hospital e Maternidade Brasil, de Santo André, em abril de 2010 – este foi, inclusive, o pontapé inicial da atuação do grupo em São Paulo, que de lá para cá soma 13 complexos paulistas, incluindo o de Ribeirão Pires. Ao todo, possui 32 hospitais e tem dois sob sua gestão em quatro Estados.

Naquele mesmo ano, em setembro, foi a vez de o Hospital Assunção, de São Bernardo, ser adquirido. A compra seguinte ocorreu em dezembro de 2014, do Hospital Ifor, especializado em ortopedia e traumatologia, da mesma cidade. E em maio de 2015 houve a incorporação do Hospital e Maternidade Bartira, de Santo André. Agora chegou a hora de Ribeirão Pires entrar no mapa do grupo fluminense, que vive processo de franca ampliação.

O Hospital Ribeirão Pires foi inaugurado em 1958 pelo casal Nicolau Assef e Leny Righetti em uma pensão adaptada e com apenas 18 leitos. Até então, a cidade não possuía serviços hospitalares e a população era atendida por poucos médicos em seus consultórios e por farmacêuticos, que em muitos casos acabavam fazendo as vezes do médico. Em 1967, foi construído prédio, já projetado para ser um hospital e com 32 leitos, na Rua Guimarães Carneiro, onde funciona até hoje. Dona Leny morreu em 2003 e, o doutor Assef, em 2014, aos 90 anos. O diretor do complexo é um de seus filhos, Carlos Henrique.

Atualmente, aos 58 anos de existência, o Hospital Ribeirão Pires possui 135 leitos e os serviços de pronto-socorro, UTI (Unidade de Terapia Intensiva), centro cirúrgico e quatro ambulatórios de especialidades médicas. A maior parte dos pacientes é do município, de Rio Grande da Serra, Mauá e Suzano.

Os cerca de 600 funcionários foram comunicados ontem a respeito da incorporação, mas ainda não foram informados sobre eventuais mudanças.

Em entrevista concedida ao Diário em maio de 2015, o então diretor corporativo da rede, Luiz Sergio Santana, afirmou que a Rede D’Or vê a região como estratégica em seu plano de expansão, e que enquanto a cobertura de planos de saúde no País estava em 25% da população, nos sete municípios era o dobro, 50%. Não à toa, o Grande ABC representava 40% de participação nos resultados do grupo no Estado de São Paulo, sendo o carro-chefe o Hospital Brasil.

Estava prevista para este ano, mas foi postergada para julho, a inauguração do Hospital São Luiz São Caetano, com 300 leitos, cuja pedra fundamental foi lançada em 2011. A operação plena, no entanto, levará cinco anos para ser concretizada.

Em fevereiro de 2012, a Rede D’Or divulgou a construção de hospital em Mauá, mas a unidade não saiu do papel.
 



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Rede D’Or adquire Hospital Ribeirão Pires

É o quinto complexo comprado na região;
São Luiz deve abrir em julho em S.Caetano

Soraia Abreu Pedrozo
Do Diário do Grande ABC

20/12/2016 | 07:21


A fluminense Rede D’Or São Luiz deu mais um passo em seu projeto de expansão nas sete cidades, com a compra do Hospital Ribeirão Pires. O complexo hospitalar é a quinta aquisição do grupo no Grande ABC em sete anos. No total, a empresa agora soma 805 leitos na região. O valor da transação não foi revelado.

“A Rede D’Or São Luiz confirma que o Hospital Ribeirão Pires agora faz parte do grupo. Neste primeiro momento, realizará um diagnóstico avaliando todas as oportunidade de melhoria, para assim traçar um plano de investimento”, afirma o grupo, em nota, sem abrir cifras.

A primeira unidade do Grande ABC a integrar a rede foi o Hospital e Maternidade Brasil, de Santo André, em abril de 2010 – este foi, inclusive, o pontapé inicial da atuação do grupo em São Paulo, que de lá para cá soma 13 complexos paulistas, incluindo o de Ribeirão Pires. Ao todo, possui 32 hospitais e tem dois sob sua gestão em quatro Estados.

Naquele mesmo ano, em setembro, foi a vez de o Hospital Assunção, de São Bernardo, ser adquirido. A compra seguinte ocorreu em dezembro de 2014, do Hospital Ifor, especializado em ortopedia e traumatologia, da mesma cidade. E em maio de 2015 houve a incorporação do Hospital e Maternidade Bartira, de Santo André. Agora chegou a hora de Ribeirão Pires entrar no mapa do grupo fluminense, que vive processo de franca ampliação.

O Hospital Ribeirão Pires foi inaugurado em 1958 pelo casal Nicolau Assef e Leny Righetti em uma pensão adaptada e com apenas 18 leitos. Até então, a cidade não possuía serviços hospitalares e a população era atendida por poucos médicos em seus consultórios e por farmacêuticos, que em muitos casos acabavam fazendo as vezes do médico. Em 1967, foi construído prédio, já projetado para ser um hospital e com 32 leitos, na Rua Guimarães Carneiro, onde funciona até hoje. Dona Leny morreu em 2003 e, o doutor Assef, em 2014, aos 90 anos. O diretor do complexo é um de seus filhos, Carlos Henrique.

Atualmente, aos 58 anos de existência, o Hospital Ribeirão Pires possui 135 leitos e os serviços de pronto-socorro, UTI (Unidade de Terapia Intensiva), centro cirúrgico e quatro ambulatórios de especialidades médicas. A maior parte dos pacientes é do município, de Rio Grande da Serra, Mauá e Suzano.

Os cerca de 600 funcionários foram comunicados ontem a respeito da incorporação, mas ainda não foram informados sobre eventuais mudanças.

Em entrevista concedida ao Diário em maio de 2015, o então diretor corporativo da rede, Luiz Sergio Santana, afirmou que a Rede D’Or vê a região como estratégica em seu plano de expansão, e que enquanto a cobertura de planos de saúde no País estava em 25% da população, nos sete municípios era o dobro, 50%. Não à toa, o Grande ABC representava 40% de participação nos resultados do grupo no Estado de São Paulo, sendo o carro-chefe o Hospital Brasil.

Estava prevista para este ano, mas foi postergada para julho, a inauguração do Hospital São Luiz São Caetano, com 300 leitos, cuja pedra fundamental foi lançada em 2011. A operação plena, no entanto, levará cinco anos para ser concretizada.

Em fevereiro de 2012, a Rede D’Or divulgou a construção de hospital em Mauá, mas a unidade não saiu do papel.
 

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