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Casos emocionantes viram livro

Reprodução  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Thiago Mariano
Do Diário do Grande ABC

27/02/2012 | 07:08


Juliana Bussab e Susan Yamamoto, responsáveis pela ONG Adote Um Gatinho, têm história de envolvimento com os bichanos que, por si só, já renderia um livro. Amor e dedicação foram ingredientes desta relação desde muito cedo, mas a entrega aumentou conforme as duas perceberam o quão grave é o problema do abandono destes animais.

O resultado da devoção pode ser visto em 'Gatos Sortudos' (Editora Livros de Safra, 224 páginad, R$ 35 em média). Embora reúna 12 histórias - a ONG já deu para adoção mais de 4.500 gatos e hoje cuida de 450 -, o livro faz resumo dos principais tópicos da relação abandono, proteção, cuidado com os animais e adoção.

São histórias de emocionar e engajar qualquer um na luta do grupo. "Tem gente que pensa que é só dar comida e levar ao veterinário. Quisemos dividir histórias para que as pessoas percebem que nosso trabalho é muito mais profundo", diz Susan.

Ela, que abandonou o emprego de jornalista de 14 anos para se dedicar à ONG - e que tem em casa 11 gatos e na casa ao lado, alugada, mais 40 -, não recebe quase nada para fazer o trabalho. Pelo contrário, mal consegue ler seus e-mails pessoais e cada vez que o telefone toca é uma angústia. "Eu sempre penso: atendo ou não atendo? O telefone toca o dia todo, até de madrugada, e a gente nunca sabe se poderá ajudar. Até porque nunca é só um gato, geralmente é uma ninhada, animal atropelado."

O envolvimento não é resultado apenas do amor e do carinho para com os bichos, mas também da percepção da sensibilidade dos gatos. "Eles sofrem muito, chegam a morrer de depressão e estresse, chegam até a gente em estado de carência muito grande."

Casos como o do Boludo e da Bolota ilustram o trauma do abandono. Os dois foram entregues à adoção depois que a mãe do seu dono - que estava no Exterior - se cansou de cuidar deles. Boludo foi definhando aos poucos, ficou sem comer e morreu com problemas no fígado.



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