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Sharon acusa Arafat de permitir ataques terroristas


Das Agências

03/05/2001 | 14:17


O primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon, acusou, nesta quinta-feira, o líder da Autoridade Palestina, Iasser Arafat, de ter dado 'sinal verde' aos ataques terroristas, numa declaração contrária aos comentários conciliatórios do chanceler Shimon Peres.

Sharon e Peres adotam posturas distintas sobre os palestinos, mas trabalham juntos no governo de unidade. Peres, que visitará nesta semana os Estados Unidos para discutir uma possível trégua no Oriente Médio, disse que "alguns grupos dissidentes" participaram dos assassinatos de israelenses sem o conhecimento do líder palestino. "Arafat é nosso sócio", disse Peres.

Já Sharon, afirmou que os membros das forças de segurança de Arafat participaram dos ataques e que a Autoridade Palestina fracassou no controle de militantes de outras organizações, como o Hamas, o Jihad Islâmico e o Hizbollah.

Apelo - Yasser Arafat lançou em Pretoria um apelo a Sharon para reativar o processo de paz, durante uma reunião sobre Oriente Médio do Comitê sobre a Palestina do Movimento dos Países Não-Alinhados (Noal).

Ao expressar seu apoio ao plano de paz jordaniano-egípcio que busca reativar as negociações para conseguir um acordo permanente entre israelenses e palestinos, Arafat afirmou: "o faço sem reservas para reativar o processo de paz e encaminhá-lo pela boa via. O faço em nome do povo israelense, do povo palestino e do povo do Oriente Médio".

Falando em presença do presidente sul-africano, Thabo Mbeki, o presidente palestino acrescentou: "queria dizer a Sharon que meu compromisso é pela paz e pela estabilidade para seus filhos e meus filhos na região do Oriente Médio".



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