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Sem reajuste, servidores de Ribeirão cruzam os braços na 4ª

Denis Maciel/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Trabalhadores da Educação reclamam
que Saulo evita diálogo e marcam protesto


Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

17/06/2016 | 07:00


Os servidores públicos da Educação de Ribeirão Pires decidiram ontem, em assembleia, fazer protesto na quarta-feira por conta do não pagamento do reajuste salarial previsto para maio. Atualmente, a categoria conta com 1.700 funcionários na cidade. No dia do protesto não haverá aula na rede municipal de ensino.

Em reunião com aproximadamente 350 pessoas, os trabalhadores optaram pela medida diante da ausência de prazo para regularização da situação e da falta de diálogo com o prefeito Saulo Benevides (PMDB), que se recusou a receber o Sineduc (Sindicato dos Professores das Escolas Municipais Públicas) e não sinalizou que estabelecerá relações de negociação.

A assembleia foi realizada no Paço e, depois, se transformou em passeata que percorreu as ruas do centro comercial da cidade com o intuito de divulgar a situação dos servidores para o público.

“Esperamos que o prefeito abra para negociação e cumpra a lei. Se for preciso, vamos retomar a assembleia e ver a possibilidade de continuar com a paralisação. No dia 22, vamos panfletar pela cidade. Vai haver movimentações durante todo o dia”, afirmou a presidente do Sineduc, Perla de Freitas.

A decisão ocorreu duas semanas após a Prefeitura não realizar o pagamento do dissídio, reajuste que deve ser efetivado todo mês de maio, de acordo com a lei municipal 5.547, de 2011, de autoria do Legislativo de Ribeirão – foi, então, assinada por Saulo quando ele era vereador.

Sem ter sido recebida pelo prefeito na semana passada, Perla protocolou na Câmara pedido para cassação do mandato de Saulo, alegando improbidade administrativa pelo atraso do depósito, mas o trâmite segue parado pelo presidente da Casa, José Nelson de Barros (PMDB).

Apesar de ter admitido o problema, a administração tem afirmado que não há previsão para regularizar a situação e que estudará formas de resolver o problema diante da crise financeira.

O prefeito chegou a falar que não irá se reunir com o sindicato, apenas com uma comissão de funcionários se necessário. Saulo tem acusado a presidente do Sineduc de agir por razões políticas por estar ao lado do pré-candidato do PRB à Prefeitura de Ribeirão Pires, Luiz Carlos Grecco. Segundo o prefeito, as acusações de Perla não se sustentam e não há base para que seu mandato seja cassado. 



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