A Dersa disse ainda que "mesmo quando o expropriado manifestou intenção de aceitar o valor inicial de R$ 24 milhões, o Estado expressamente rejeitou a proposta". A companhia informou também que trabalha para proporcionar aos desapropriados "uma justa indenização pelos seus imóveis, resguardando desse modo os direitos dos proprietários e o interesse público" e que e "por encontrar indícios de irregularidades nos laudos elaborados por peritos judiciais", solicitou ao Ministério Público Estadual que apurasse o caso.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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