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Rick Martin canta quinta em S.Paulo



29/11/2005 | 08:16


Ricky Martin dá um novo sentido para o grito “viva la vida loca”, seu refrão mais famoso. Longe da idéia de simplesmente cair nas garras da noite e das pistas de dança, o cantor porto-riquenho quer voltar toda sua intensidade do palco para a solidariedade. Ao mesmo tempo em que retorna ao disco e à estrada com a turnê do CD Life, que chega ao Brasil em apresentação única na próxima quinta-feira, dia 1º, no Credicard Hall (tel.: 6846-6000), em São Paulo, ele tem se destacado por emprestar prestígio a causas humanitárias.

O cantor ficou três anos afastado dos estúdios e dos palcos. Este é seu primeiro trabalho de estúdio desde o lançamento de seu último álbum em inglês, Sound Loaded, em 2000. “Eu estava num esquema alucinante desde 1984: era do estúdio para o palco, do palco para o estúdio”, conta Ricky Martin, em entrevista, por telefone, da Cidade do México, onde estreou sua nova turnê no dia 15. “Resolvi me dar férias e saí pelo mundo viajando. Pela primeira vez, eu viajei sem pensar em um itinerário de trabalho. Eu estava em férias, sem pensar que tinha de trabalhar. E, de um jeito instintivo, porque vivo para a música, ficava muito atento aos sons de cada lugar que visitava.”

Na viagem, o pop star latino foi recolhendo as sonoridades que acabaram influenciando suas novas composições e o conceito de Life. “Foi muito bom trabalhar neste CD, porque pude encontrar uma mistura cheia de balanço com diferentes culturas musicais. Tem música da Índia, do Brasil, do Egito e da Austrália”, explica o cantor.

Life é, por assim dizer, um balaio de gatos. Mas gatos comportados, porque o balaio de Ricky é bem arrumadinho. Sons da Índia, das Arábias, do Caribe e do Brasil são perfeitamente incorporados ao que há de mais pop nas pistas – fica tudo asséptico, limpinho, mas nem por isso menos empolgante.

Cercado de alguns dos grandes produtores do gênero, Ricky atua no CD como co-autor da maioria das faixas e produtor de Life – um disco altamente competente, que tem o seu melhor justamente nas músicas dançantes. Gravado em Miami, Los Angeles e Cairo, ele tem nos créditos nomes como George Noriega e Dany López, Scott Storch, Sean Garret, Luny Tunes e o time The Matrix, produtores e autores especializados em fabricar hits.

Entre uma e outra viagem, Ricky voltou para casa. Em Porto Rico foi à fonte do reggaeton – o hip hop em espanhol que tem chegado numa velocidade alucinante ao mainstream. “Quando comecei a trabalhar no disco, não tinha uma regra, uma estratégia. Viajava e voltava para casa com idéias. Nesse meio tempo, eu estava em casa e apareceu o Daddy Yankee por lá. Ele me disse: ‘Vamos fazer alguma coisa juntos!’. Eu perguntei o quê, e ele respondeu: ‘Vamos pôr o mundo para dançar!’”.



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Rick Martin canta quinta em S.Paulo


29/11/2005 | 08:16


Ricky Martin dá um novo sentido para o grito “viva la vida loca”, seu refrão mais famoso. Longe da idéia de simplesmente cair nas garras da noite e das pistas de dança, o cantor porto-riquenho quer voltar toda sua intensidade do palco para a solidariedade. Ao mesmo tempo em que retorna ao disco e à estrada com a turnê do CD Life, que chega ao Brasil em apresentação única na próxima quinta-feira, dia 1º, no Credicard Hall (tel.: 6846-6000), em São Paulo, ele tem se destacado por emprestar prestígio a causas humanitárias.

O cantor ficou três anos afastado dos estúdios e dos palcos. Este é seu primeiro trabalho de estúdio desde o lançamento de seu último álbum em inglês, Sound Loaded, em 2000. “Eu estava num esquema alucinante desde 1984: era do estúdio para o palco, do palco para o estúdio”, conta Ricky Martin, em entrevista, por telefone, da Cidade do México, onde estreou sua nova turnê no dia 15. “Resolvi me dar férias e saí pelo mundo viajando. Pela primeira vez, eu viajei sem pensar em um itinerário de trabalho. Eu estava em férias, sem pensar que tinha de trabalhar. E, de um jeito instintivo, porque vivo para a música, ficava muito atento aos sons de cada lugar que visitava.”

Na viagem, o pop star latino foi recolhendo as sonoridades que acabaram influenciando suas novas composições e o conceito de Life. “Foi muito bom trabalhar neste CD, porque pude encontrar uma mistura cheia de balanço com diferentes culturas musicais. Tem música da Índia, do Brasil, do Egito e da Austrália”, explica o cantor.

Life é, por assim dizer, um balaio de gatos. Mas gatos comportados, porque o balaio de Ricky é bem arrumadinho. Sons da Índia, das Arábias, do Caribe e do Brasil são perfeitamente incorporados ao que há de mais pop nas pistas – fica tudo asséptico, limpinho, mas nem por isso menos empolgante.

Cercado de alguns dos grandes produtores do gênero, Ricky atua no CD como co-autor da maioria das faixas e produtor de Life – um disco altamente competente, que tem o seu melhor justamente nas músicas dançantes. Gravado em Miami, Los Angeles e Cairo, ele tem nos créditos nomes como George Noriega e Dany López, Scott Storch, Sean Garret, Luny Tunes e o time The Matrix, produtores e autores especializados em fabricar hits.

Entre uma e outra viagem, Ricky voltou para casa. Em Porto Rico foi à fonte do reggaeton – o hip hop em espanhol que tem chegado numa velocidade alucinante ao mainstream. “Quando comecei a trabalhar no disco, não tinha uma regra, uma estratégia. Viajava e voltava para casa com idéias. Nesse meio tempo, eu estava em casa e apareceu o Daddy Yankee por lá. Ele me disse: ‘Vamos fazer alguma coisa juntos!’. Eu perguntei o quê, e ele respondeu: ‘Vamos pôr o mundo para dançar!’”.

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