Várias pessoas e autoridades compareceram ao enterro, marcado pela emoçao. O secretário de Justiça do Rio de Janeiro foi ao enterro mas nao ficou muito tempo porque as pessoas começaram a chamá-lo de assassino.
Sidneya foi morta com três tiros de pistola quando chegava em casa, no bairro de Praia da Bandeira, na Ilha do Governador. Segundo testemunhas, os disparos, que atingiram o pescoço e cabeça da vítima, foram feitos por dois ocupantes de um carro preto que passou boa parte da noite aguardando a chegada de Sidnéia na esquina da rua. O crime pode ter sido encomendado de dentro do presídio Bangu. Segundo agentes do Desipe, Sidneya vinha sofrendo ameaças dos traficantes Miltinho do Dendê, Marcelo PQD, e Ernaldo Pinto Medeiros, o Uô. Ela estaria fazendo apreensoes de celulares e cortando regalias dentro das celas.
Sidneya chegou em casa por volta das 18h30, sozinha, dirigindo numa Parati Bege, sem logotipo do Desipe, placa LIK-9246. Segundo testemunhas, ela desceu do carro para abrir a garagem do prédio e foi alvejada quando retornava ao veículo para entrar no edifício. Ela levou três tiros: dois no pescoço e um na cabeça. Sidnéia nao teve tempo de reagir. A arma da diretora do presídio, um revólver calibre 38, foi encontrada intacta dentro da bolsa.
Ela morava com o filho Max, 16 anos, num apartamento de classe média. Quando soube da morte da mae, Max teve uma crise nervosa e precisou ser levado ao hospital Paulo Werneck. Na segunda-feira à noite, o clima na vizinhança foi de medo.
Sidneya foi socorrida por um vizinho e levada ao Hospital Paulino Werneck, na Ilha do Governador, mas nao resistiu aos ferimentos.
Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.