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Fidel comanda multidão em comemoração do 1º de Maio em Cuba


Da AFP

01/05/2005 | 16:51


O presidente cubano, Fidel Castro, preside neste domingo uma gigantesca cerimônia na Praça da Revolução de Havana para comemorar o Dia Internacional do Trabalho. Segundo os organizadores, o evento reúne mais de um milhão de pessoas.

Uma maré humana cercou a tribuna erguida sob a estátua do herói da independência José Martí e na frente da imagem de Che Guevara, instalada diante do Ministério do Interior, agitando bandeiras e gritando frases contra "o imperialismo ianque".

A população começou a se mobilizar ainda de madrugada, dirigindo-se a pé ao local, a partir de bairros mais afastados da capital. Caravanas de ônibus e caminhões levaram outros participantes de localidades vizinhas de Havana.

A multidão ocupou totalmente a Praça e centenas de milhares de pessoas deram continuidade ao movimento nas avenidas adjacentes, onde se instalou uma rede de alto-falantes para transmitir os discursos dos líderes sindicais e políticos.

A CTC (Central dos Trabalhadores de Cuba, única), organizadora da manifestação, estima que cerca de um milhão de pessoas foram mobilizadas, entre elas 1,5 mil convidados estrangeiros, representantes de 58 países.

Entre os oradores figuram o líder histórico da frente Farabundo Martí para a Libertação Nacional de El Salvador, Shafik Handall, o dirigente sandinista nicaragüense Daniel Ortega e o presidente da Assembléia Nacional (Parlamento) da Venezuela, Nicolás Maduro, entre outros.

Fidel deve encerrar a manifestação, que foi convocada sob o lema "Pela Justiça e Contra o Terrorismo" e em apoio à Alba (Alternativa Bolivariana para as Américas), projeto de integração proposto em oposição à Alca (Área de Livre Comércio das Américas), impulsionada pelos Estados Unidos.



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Fidel comanda multidão em comemoração do 1º de Maio em Cuba

Da AFP

01/05/2005 | 16:51


O presidente cubano, Fidel Castro, preside neste domingo uma gigantesca cerimônia na Praça da Revolução de Havana para comemorar o Dia Internacional do Trabalho. Segundo os organizadores, o evento reúne mais de um milhão de pessoas.

Uma maré humana cercou a tribuna erguida sob a estátua do herói da independência José Martí e na frente da imagem de Che Guevara, instalada diante do Ministério do Interior, agitando bandeiras e gritando frases contra "o imperialismo ianque".

A população começou a se mobilizar ainda de madrugada, dirigindo-se a pé ao local, a partir de bairros mais afastados da capital. Caravanas de ônibus e caminhões levaram outros participantes de localidades vizinhas de Havana.

A multidão ocupou totalmente a Praça e centenas de milhares de pessoas deram continuidade ao movimento nas avenidas adjacentes, onde se instalou uma rede de alto-falantes para transmitir os discursos dos líderes sindicais e políticos.

A CTC (Central dos Trabalhadores de Cuba, única), organizadora da manifestação, estima que cerca de um milhão de pessoas foram mobilizadas, entre elas 1,5 mil convidados estrangeiros, representantes de 58 países.

Entre os oradores figuram o líder histórico da frente Farabundo Martí para a Libertação Nacional de El Salvador, Shafik Handall, o dirigente sandinista nicaragüense Daniel Ortega e o presidente da Assembléia Nacional (Parlamento) da Venezuela, Nicolás Maduro, entre outros.

Fidel deve encerrar a manifestação, que foi convocada sob o lema "Pela Justiça e Contra o Terrorismo" e em apoio à Alba (Alternativa Bolivariana para as Américas), projeto de integração proposto em oposição à Alca (Área de Livre Comércio das Américas), impulsionada pelos Estados Unidos.

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