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MP não põe empecilho ao Poupatempo em Santo André


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

01/05/2013 | 07:00


O Ministério Público não coloca objeção à construção do Poupatempo de serviços em Santo André. O promotor do Meio Ambiente da cidade, José Luiz Saikali, responsável pela abertura de inquérito para apurar eventual contaminação do solo na área da Rhodia, considerou ontem que "é possível a utilização do terreno, com restrições". A Promotoria sustenta a tese com base na última análise elaborada pela Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo).

O MP seguirá as deliberações da entidade técnica. "Estamos acompanhando a obtenção de dados. Não temos elementos para nos opor", disse Saikali. Atualmente, o caso está emperrado no Judiciário, que aguarda finalização de perícia no local para, posteriormente, julgar a desapropriação do imóvel.

Ao concluir a apuração ambiental, ele vai enviar cópia da investigação à Promotoria de Patrimônio Público. "Se entenderem por bem, prosseguirão na investigação sobre eventual ato de improbidade administrativa por suposta compra superestimada (R$ 8,3 milhões)." O promotor teve reunião com a comissão de assuntos relevantes do Poupatempo, presidida pelo vereador Edson Sardano (PTB).



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MP não põe empecilho ao Poupatempo em Santo André

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

01/05/2013 | 07:00


O Ministério Público não coloca objeção à construção do Poupatempo de serviços em Santo André. O promotor do Meio Ambiente da cidade, José Luiz Saikali, responsável pela abertura de inquérito para apurar eventual contaminação do solo na área da Rhodia, considerou ontem que "é possível a utilização do terreno, com restrições". A Promotoria sustenta a tese com base na última análise elaborada pela Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo).

O MP seguirá as deliberações da entidade técnica. "Estamos acompanhando a obtenção de dados. Não temos elementos para nos opor", disse Saikali. Atualmente, o caso está emperrado no Judiciário, que aguarda finalização de perícia no local para, posteriormente, julgar a desapropriação do imóvel.

Ao concluir a apuração ambiental, ele vai enviar cópia da investigação à Promotoria de Patrimônio Público. "Se entenderem por bem, prosseguirão na investigação sobre eventual ato de improbidade administrativa por suposta compra superestimada (R$ 8,3 milhões)." O promotor teve reunião com a comissão de assuntos relevantes do Poupatempo, presidida pelo vereador Edson Sardano (PTB).

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