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Planos para dias quentes

Marina Brandão/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Crianças se preparam para a estação mais quente do ano, que começa a partir de terça-feira


Tauana Marin

20/12/2015 | 07:13


O verão está chegando. Na terça-feira, a partir da 1h48, daremos as boas-vindas à estação do calor. Os países do Hemisfério Sul se despedem da primavera para enfrentar dias mais ensolarados, mais longos do que as noites e com temperaturas elevadas (que ultrapassam a marca dos 30°C). Enquanto isso, no Hemisfério Norte começará o inverno.

Dependendo da região do País, pode-se notar o aumento da frequência de pancadas de chuvas fortes, o que eleva a umidade do ar. Isso acontece por conta da maior evaporação das águas dos rios, lagos e mares, promovendo a formação de nuvens e, consequentemente, a chuva.

A troca da estação – da primavera para o verão – ocorre porque o Sol tende a descrever trajetórias mais altas no céu, resultando em maior quantidade de energia radiante que atinge o solo nesta região do planeta nos próximos três meses. Com o ambiente do Hemisfério Sul todo aquecido, a temperatura prevista será maior do que a média ao longo do ano.

A estudante Gabrielle Jesuíno Ribas, 11 anos, de Santo André, elege o verão como sua estação do ano preferida. “Além de estar mais quente, podemos aproveitar os dias porque é o período de férias. Podemos viajar e ir à praia”, conta. 

Apesar da empolgação, a menina admite que a presença de muitos insetos durante esta época a incomoda muito. O calor e umidade fazem com que o ciclo de reprodução desses animais seja mais curto, fazendo que mais mosquitos, por exemplo, apareçam no dia a dia. O uso de repelente e fechar 

as janelas no início da noite para evitar que os insetor entrem em casa são algumas dicas para evitar incômodos.

Amiga de Gabrielle, a estudante Júlia de Paula Sarmento, 11, aproveita a estação para visitar a avó, que mora no Estado do Paraná (a cerca de 400 quilômetros de São Paulo). “Lá é muito quente, sempre. Para nos refrescar, montamos piscina e caprichamos no uso do protetor.”

O verão também chama a atenção pelas chuvas. Enrico Romano Binatte, 11, já aprendeu que, quando está na piscina e começa a trovejar, é melhor sair da água. “Não podemos brincar com isso. Raios são perigosos”, alerta o garoto.

Gabriel Macedo Pinatti Pugliessa, 11, tenta aproveitar ao máximo a estação. Adora jogar bola e brincar de skate. “O único incômodo é para dormir. Além disso, por causa do tempo quente, às vezes, têm muitos bichos. Mas nada que um repelente e um ventilador não resolvam”, conta, bem-humorado. 

Atenção com alimentação e pele é essencial

Em dias quentes, é comum que a vontade de comer diminua. Mesmo assim é preciso se alimentar – e bem. No verão, principalmente, deve-se evitar frituras e comidas muito calóricas ou pesadas, que são mais recomendadas no inverno. Sucos e frutas precisam entrar no cardápio. Além de hidratar o corpo (que perde água por meio do suor, por exemplo), são fontes de vitaminas, minerais e ricos em fibras. 

Quem gosta de nadar após as refeições (seja café da manhã, almoço ou jantar) deve aguardar uma hora para retornar à água. Isso pode gerar complicações como refluxo e cãimbras.

Também é preciso ficar de olho na parte de fora do corpo para evitar queimaduras solares e futuros problemas na pele. Uma dica importante é ficar de olho no excesso de exposição ao Sol, mesmo quando não se está na praia ou piscina. Protetores solares (que devem ser usados com fator de proteção acima de 30, de preferência), roupas leves, chapéus ou bonés, óculos escuros e ficar na sombra ajudam bastante. Facilmente esquecemos de cuidar de proteger pés e orelhas, pontos que também podem acabar queimados.

Relógio alerta sobre raios do Sol

Desde muito tempo no passado, o ser humano percebeu que observar o Sol o ajuda a controlar melhor o tempo. Com a ajuda de uma vareta fincada no chão, era possível fazer estimativas sobre o passar das horas. Os mais antigos relógios de Sol teriam surgido no Egito ou na Mesopotâmia, por volta de 3000 a.C, (antes de Cristo). 

Criado pelo professor Milton Barros, coordenador do Planetário de São Bernardo, na Cidade da Criança (Rua Tasman, 301. Tel.: 4330-6998), o Relógio de Sol UVimetro tem a missão de indicar os horários que as pessoas devem aproveitar e evitar a exposição ao Sol. A ideia é levar em conta a quantidade de radiação ultravioleta que chega da estrela, além de marcar as horas como outros relógios solares comuns. 

O projeto serve de alerta e conta com exemplares espalhados pelo mundo, incluindo Estados Unidos e Austrália. Mais informações e um molde do Relógio de Sol UVimetro estão no site www.astronomianaescola.projetorelogiosolar.com.

Consultoria de Mayara Joanete, Isabela Fatori e Jéssica Resterich, monitoras do Planetário e do Núcleo de Observação do Céu, da Sabina Escola Parque do Conhecimento em Santo André; Jorge Huberman, pediatra e neonatologista; Daniela Taniguchi, professora de Dermatologia da Faculdade de Medicina do ABC; Milton Barros, coordenador do Planetário de São Bernardo. 



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