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Aliança PSDB-PTB deve ter fim após 12 anos

Marina Brandão/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Vice de Maranhão, Marilza trocou sigla petebista pelo PSD, mas deve ser mantida na chapa tucana


Caio dos Reis
Especial para o Diário

02/11/2015 | 07:00


Vitoriosa nas três últimas eleições para a Prefeitura de Rio Grande da Serra, a dobrada entre PSDB e PTB tende a chegar ao fim depois de 12 anos na cidade. A vice-prefeita Marilza Oliveira trocou raia petebista pelo PSD, mas o prefeito Gabriel Maranhão (PSDB) tem bancado a manutenção da chapa para a disputa à reeleição no ano que vem.

O estopim para o rompimento foi o pleito de 2014, quando Marilza, ainda no PTB, apoiou nomes de fora do partido para as disputas à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa. A postura incomodou a direção da sigla. “Não foi só a mim, ela não apoiou qualquer candidato do PTB. Se não tem amor ou respeito, pode sair da legenda”, disparou recentemente o presidente estadual do PTB, Campos Machado, que já defendeu a troca de Marilza pela ex-vice-prefeita Helenice Arruda (PTB), hoje secretária de Cidadania do governo Maranhão.

A aliança entre petebistas e tucanos na cidade iniciou no pleito municipal de 2004, quando Adler Kiko Teixeira (ex-PSDB, hoje PSB), triunfou nas urnas, com a petebista Helenice como vice. Quatro anos depois, a chapa foi reeditada – novamente obteve êxito, com 80,99% dos votos.

Em 2012, Kiko escolheu Maranhão (então secretário de Obras) para buscar o quarto mandato dos tucanos em Rio Grande – haviam governado a cidade entre 1993 e 1996, com José da Cruz Jardim Teixeira, irmão de Kiko. Na ocasião, a então vereadora Marilza era cotada para a vice, mas estava no PSDB. Para garantirem o PTB na chapa, a hoje vice-prefeita migrou para a legenda petebista.

Mesmo com o iminente fim da dobrada, Maranhão alegou que o PTB estará no arco de alianças em 2016 e sugere ampliar a participação da sigla no próximo mandato. “Houve conversas com o Campos. A intenção é continuar com o PTB na nossa base. Quero prosseguir com essa parceria e espero que isso ocorra. O PTB tem representatividade e tem voto. A nossa tendência é aumentar o espaço da sigla no governo”, antecipou o prefeito.

Sobre eventual troca de Marilza por Helenice, o chefe do Executivo se esquivou e falou de possível entrada da aliada na disputa por vaga ao Legislativo. “Nunca conversei com ela (Helenice) sobre ser candidata a vereadora, mas se ela resolver sair, terá todo meu apoio”, despistou.

NA REGIÃO
A aliança entre PSDB e PSD em chapa majoritária também tem sido costurada em outras cidades do Grande ABC, como Mauá. Ex-prefeito de Ribeirão Pires e pré-candidato ao Paço – onde já foi vereador no passado –, Clóvis Volpi (PSDB) tenta consolidar o nome do ex-vice-prefeito Márcio Chaves (ex-PT, hoje PSD) no posto de vice. 



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