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Marina Brandão/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Ilustrador Magno Costa, morador de Santo
André, é um dos indicados ao Prêmio Jabuti


Vinícius Castelli

02/11/2015 | 07:00


Ser indicado ao Prêmio Jabuti – considerado o ‘Oscar’ do livro no Brasil – é daquelas coisas que nada se parecem com tomar um sorvete, por exemplo, pois definitivamente não acontece todos os dias. E é esse o sentimento que vibra em Magno Costa, ilustrador de Santo André cujo nome está no páreo pela vitória. O artista é um dos que concorrem à premiação na categoria ilustração ao lado de outros nove grandes nomes: Paulo Caruso, Orlando Pedroso, Alex Cerveny, Wagner Willian, Andre Dahmer, Laudo Ferreira, Omar Viñole, Anico Herskovits e Claudius Ceccon.

Paranaense radicado em Santo André desde 1992, o artista de 37 anos é representado pelo trabalho A Vida de Jonas, lançado pela editora Zarabatana Books. Costa conta que o editor da Zarabatana, Claudio Martini, foi quem teve a ideia de fazer a inscrição do trabalho. “Ele comentou do Jabuti e eu disse que ‘tudo bem’. Quando soube que tinha sido indicado fiquei muito feliz. É o mesmo troféu que disputa alguém como Chico Buarque. É incrível”, brinca o ilustrador.

Costa explica que conseguiu ser contemplado pelo ProAc (Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo) em 2012 e e que produziu o trabalho no ano seguinte. A história fala de Jonas, um ex-alcoólatra. Desempregado e abandonado pela mulher, ele quer se reencontrar e ter outra chance na vida. “Não sabia como faria. Tinha a história e na hora de ilustrá-la meu irmão Marcelo (também ilustrador e colorista do livro) sugeriu fazer algo como Muppets e Vila Sésamo, com fantoches”, explica.

A carreira artística de Costa e do irmão teve início nos anos 2000, mas o universo dos quadrinhos está perto dele desde a infância, com as histórias dos X-Men. “Antes fazíamos outras coisas como trabalho, mas começamos um projeto de quadrinhos”, conta. O trabalho de estreia, Matinê, ganhou vida de forma independente. Em seguida foi a vez de Oeste Vermelho, que rendeu à dupla o troféu HQMix de desenhista revelação.

A apuração da segunda fase do Prêmio Jabuti será dia 19. Os três livros que receberem a maior pontuação dos jurados serão considerados vencedores em sua categoria, em primeiro, segundo e terceiro lugares. A cerimônia de entrega aos vencedores está marcada para 3 de dezembro, no Auditório Ibirapuera, em São Paulo.



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Mérito que bate à porta

Ilustrador Magno Costa, morador de Santo
André, é um dos indicados ao Prêmio Jabuti

Vinícius Castelli

02/11/2015 | 07:00


Ser indicado ao Prêmio Jabuti – considerado o ‘Oscar’ do livro no Brasil – é daquelas coisas que nada se parecem com tomar um sorvete, por exemplo, pois definitivamente não acontece todos os dias. E é esse o sentimento que vibra em Magno Costa, ilustrador de Santo André cujo nome está no páreo pela vitória. O artista é um dos que concorrem à premiação na categoria ilustração ao lado de outros nove grandes nomes: Paulo Caruso, Orlando Pedroso, Alex Cerveny, Wagner Willian, Andre Dahmer, Laudo Ferreira, Omar Viñole, Anico Herskovits e Claudius Ceccon.

Paranaense radicado em Santo André desde 1992, o artista de 37 anos é representado pelo trabalho A Vida de Jonas, lançado pela editora Zarabatana Books. Costa conta que o editor da Zarabatana, Claudio Martini, foi quem teve a ideia de fazer a inscrição do trabalho. “Ele comentou do Jabuti e eu disse que ‘tudo bem’. Quando soube que tinha sido indicado fiquei muito feliz. É o mesmo troféu que disputa alguém como Chico Buarque. É incrível”, brinca o ilustrador.

Costa explica que conseguiu ser contemplado pelo ProAc (Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo) em 2012 e e que produziu o trabalho no ano seguinte. A história fala de Jonas, um ex-alcoólatra. Desempregado e abandonado pela mulher, ele quer se reencontrar e ter outra chance na vida. “Não sabia como faria. Tinha a história e na hora de ilustrá-la meu irmão Marcelo (também ilustrador e colorista do livro) sugeriu fazer algo como Muppets e Vila Sésamo, com fantoches”, explica.

A carreira artística de Costa e do irmão teve início nos anos 2000, mas o universo dos quadrinhos está perto dele desde a infância, com as histórias dos X-Men. “Antes fazíamos outras coisas como trabalho, mas começamos um projeto de quadrinhos”, conta. O trabalho de estreia, Matinê, ganhou vida de forma independente. Em seguida foi a vez de Oeste Vermelho, que rendeu à dupla o troféu HQMix de desenhista revelação.

A apuração da segunda fase do Prêmio Jabuti será dia 19. Os três livros que receberem a maior pontuação dos jurados serão considerados vencedores em sua categoria, em primeiro, segundo e terceiro lugares. A cerimônia de entrega aos vencedores está marcada para 3 de dezembro, no Auditório Ibirapuera, em São Paulo.

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