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Após se aproximar de ruptura, G-9 fala em união do grupo


Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

06/08/2015 | 07:00


Após cogitar ruptura, o G-9 de São Bernardo – bloco de vereadores independentes na Câmara – anunciou ontem continuidade do grupo na busca por força política. Há duas semanas, a ala, formada em abril, viu seus principais articuladores Ramon Ramos (PDT), Rafael Demarchi (PSD) e Mauro Miaguti (DEM), estremecerem relação após a nomeação de Hitoshi Hyodo (PTB) como novo secretário do Desenvolvimento Econômico no governo Luiz Marinho (PT).

Parte do bloco enxergou participação direta de Miaguti na nomeação – ligado a Hitoshi –, o que teria desrespeitado acordo interno, que previa rejeição em assumir cargos ou indicar nomes na administração do petista.

O mais irritado com o episódio foi Ramon. O pedetista chegou a se ausentar de reuniões do bloco, dividindo o restante dos parlamentares. De imediato, Miaguti negou envolvimento na indicação de Hitoshi e falou em reconciliação, porém, Rafael acirrou os ânimos ao mencionar interesses políticos em rachar o grupo.

Em contrapartida, ontem, os pivôs do caso organizaram discurso em conjunto e, além de reforçar proposta de união política, abordaram sobre projeto de lançar candidatura própria ao Paço, discorrendo que empreitada eleitoral pode ser ao lado da oposição.

“Conversamos e o grupo continuará unido para o propósito firmado, que é discussão coletiva dos projetos e plano de candidatura própria ou qual for o melhor caminho (para a ala). As possibilidades para a eleição estão abertas e vamos decidir conjuntamente”, afirmou Ramon.

Integrado na base de sustentação de Marinho, o bloco foi criado no Legislativo após discordância com a bancada de vereadores do PT. A união rendeu popularidade ao grupo, que passou a ser cotado por candidaturas encabeçadas por oposicionistas.

Nos bastidores, individualmente, vereadores dialogaram sobre possíveis conjunturas. No entanto, Miaguti negou encontro ‘eleitoral’ e afirmou que projeto de candidatura própria do bloco pode até desrespeitar orientação partidária dos parlamentares.

“Devemos conversar sobre isso diante das possibilidades possíveis. São sete partidos que integram o bloco”, considerou o democrata.

No PSD, Rafael confirmou que definição do processo deve acontecer até o fim do ano. “Tem a reforma política em Brasília que pode alterar. O importante é que vamos analisar as situações juntos”, disse. 



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