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Após São Caetano, PT em Ribeirão debate não lançar candidato


Caio dos Reis
Especial para o Diário

29/07/2015 | 07:00


Ribeirão Pires será a segunda cidade do Grande ABC onde o PT debaterá abertamente não lançar candidato a prefeito em 2016. Depois de São Caetano iniciar discussão sobre recuo de nome majoritário por apoio à reeleição do prefeito Paulo Pinheiro (PMDB), hoje o diretório ribeirão-pirense colocará esse item em pauta, não descartando composição com alguma candidatura mais estruturada.

O encontro coincide com a declaração do presidente do PT estadual, Emidio de Souza, há três semanas, que indicou que a legenda não precisaria ter postulante próprio em todas as cidades e que precisaria possuir maturidade para debater alianças com parceiros com melhor posicionamento em pesquisas eleitorais. No Grande ABC, berço do petismo, o partido nunca deixou de apostar em figura própria na eleição a prefeito – o primeiro sinal de crise foi em 2012, quando Edgar Nóbrega, então candidato do PT à Prefeitura de São Caetano, renunciou à empreitada eleitoral após o caso do ‘mensalinho’.

Além da crise institucional instalada no PT por diversas denúncias de corrupção – a principal o escândalo na Petrobras – a sigla em Ribeirão enfrenta problemas de nome que seria colocado à disposição do eleitor local. A ex-prefeita Maria Inês Soares (1997-2004), que detém altos índices de rejeição, se quer buscará cadeira na Câmara.

“Estamos dispostos a considerar alguma aliança, mas o objetivo no momento é a candidatura própria”, afirmou Zé Ceará, presidente do diretório municipal. Três nomes tentam se consolidar como candidato a prefeito: o vereador Renato Foresto (PT), Felipe Magalhães (PT), funcionário da Prefeitura de Santo André, e Antônio Carlos Pereira de Souza, o Carlão (PT), ex-presidente municipal e que atua na Secretaria de Serviços Urbanos em São Bernardo.

Opositor do governo Saulo Benevides (PMDB) na Câmara e único petista no Legislativo, Foresto acredita na resolução do nome no encontro desta noite. “Acho que deve acontecer (uma definição). Queremos o consenso para que o partido caminhe junto em busca desse projeto”, disse ele, também sem descartar aliança no primeiro turno caso projeto majoritário não se encorpe.

A legenda queria definir o nome do candidato no dia 30 de junho, mas problemas pessoais de Zé Ceará impediram encontros decisivos. “De certa forma, esse mês a mais que tivemos foi bom e na minha opinião as conversar avançaram bastante”, frisou Foresto.

A única decisão dos dirigentes até o momento é a extinção das prévias locais.  



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