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Servidores públicos ganham apoio da PM contra Serra


Luciele Velluto
Do Diário do Grande ABC

27/07/2007 | 07:05


A Associação dos Oficiais da Reserva da Polícia Militar do Estado de São Paulo e os sindicatos dos servidores públicos estaduais ligados à CUT (Central Única dos Trabalhadores) realizaram quinta-feira um protesto na Praça da Sé, no Centro da Capital Paulista. Cerca de 300 pessoas participaram.

O objetivo das entidades é conseguir a abertura da negociação da campanha salarial deste ano com o governo estadual. A data-base da categoria é março.

Segundo o secretário de Organização da CUT-SP, Flávio Gomes, essa é a primeira vez que a PM integra o movimento dos trabalhadores do serviço público. “O Serra está conseguindo coisas inimagináveis, que é unir todos os servidores públicos”, afirma.

A entidade da polícia procurou a CUT após os trabalhadores da reserva ficarem de fora do aumento de R$ 45 que foi dado a todos os PMs de São Paulo, segundo o dirigente. “É um aumento miserável. Ainda mais para uma classe que não tem as mínimas condições de trabalho”, comenta.

Gomes também conta que a associação resolveu integrar o movimento após o governo ter aberto a contratação de trabalhadores temporários para a PM, com período de serviço de um a dois anos e dois salários mínimos de remuneração.

Para chamar a atenção do governo, as entidades – 19 cutistas, além da PM e servidores de universidades públicas estaduais – iniciaram um processo de panfletagem. A intenção é organizar mais mobilizações na Capital e no Interior.

O sindicalista também conta que estão movimentando a Assembléia Legislativa de São Paulo para que um projeto de lei que obrigue o diálogo entre trabalhadores e governo quanto à campanha salarial seja aprovado.

“Esperamos continuar a mobilização, que ela se torne permanente. Com isso, teremos mais possibilidade de ampliar as conquistas e discutir a situação desses trabalhadores”, explica Gomes.



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Servidores públicos ganham apoio da PM contra Serra

Luciele Velluto
Do Diário do Grande ABC

27/07/2007 | 07:05


A Associação dos Oficiais da Reserva da Polícia Militar do Estado de São Paulo e os sindicatos dos servidores públicos estaduais ligados à CUT (Central Única dos Trabalhadores) realizaram quinta-feira um protesto na Praça da Sé, no Centro da Capital Paulista. Cerca de 300 pessoas participaram.

O objetivo das entidades é conseguir a abertura da negociação da campanha salarial deste ano com o governo estadual. A data-base da categoria é março.

Segundo o secretário de Organização da CUT-SP, Flávio Gomes, essa é a primeira vez que a PM integra o movimento dos trabalhadores do serviço público. “O Serra está conseguindo coisas inimagináveis, que é unir todos os servidores públicos”, afirma.

A entidade da polícia procurou a CUT após os trabalhadores da reserva ficarem de fora do aumento de R$ 45 que foi dado a todos os PMs de São Paulo, segundo o dirigente. “É um aumento miserável. Ainda mais para uma classe que não tem as mínimas condições de trabalho”, comenta.

Gomes também conta que a associação resolveu integrar o movimento após o governo ter aberto a contratação de trabalhadores temporários para a PM, com período de serviço de um a dois anos e dois salários mínimos de remuneração.

Para chamar a atenção do governo, as entidades – 19 cutistas, além da PM e servidores de universidades públicas estaduais – iniciaram um processo de panfletagem. A intenção é organizar mais mobilizações na Capital e no Interior.

O sindicalista também conta que estão movimentando a Assembléia Legislativa de São Paulo para que um projeto de lei que obrigue o diálogo entre trabalhadores e governo quanto à campanha salarial seja aprovado.

“Esperamos continuar a mobilização, que ela se torne permanente. Com isso, teremos mais possibilidade de ampliar as conquistas e discutir a situação desses trabalhadores”, explica Gomes.

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