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Cadela é morta em pet shop de Curitiba



26/09/2011 | 18:12


Uma cadela da raça yorkshire morreu no dia 17, dentro de um pet shop, no Bairro Água Verde, em Curitiba. A morte aconteceu no momento em que um funcionário passava uma rasqueadeira, usado para tosa nos pêlos da cabeça do animal.

 

O laudo veterinário aponta que a cadela Mia, com 30 centímetros e pouco mais de 1,5 kg, apresentou parada respiratória, edema e sangramento na região do crânio.

 

A dona do animal registrou Boletim de Ocorrência na Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente, acusando o funcionário do pet shop de agressão.

 

O diretor do estabelecimento disse que demitiu o funcionário, mesmo acreditando que não houvesse intenção de matar o animal.

 

O rapaz, que trabalhava há cerca de um ano como tosador no pet shop, contou-lhe que a cadela projetou-se como se fosse mordê-lo e ele teve uma reação de afastá-la. "Uma virada de pulso. Foi um ato impensado", afirmou o diretor.

 

De acordo com ele, quem trabalha há cerca de cinco ou seis anos com cães, como seria o caso de seu ex-funcionário, deveria estar acostumado com as reações dos animais.

 

No mesmo dia em que Mia morreu, o proprietário da loja presenteou a dona da cadela com um filhote da mesma raça. "Foi para ajudar a dividir a dor", disse.



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Cadela é morta em pet shop de Curitiba


26/09/2011 | 18:12


Uma cadela da raça yorkshire morreu no dia 17, dentro de um pet shop, no Bairro Água Verde, em Curitiba. A morte aconteceu no momento em que um funcionário passava uma rasqueadeira, usado para tosa nos pêlos da cabeça do animal.

 

O laudo veterinário aponta que a cadela Mia, com 30 centímetros e pouco mais de 1,5 kg, apresentou parada respiratória, edema e sangramento na região do crânio.

 

A dona do animal registrou Boletim de Ocorrência na Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente, acusando o funcionário do pet shop de agressão.

 

O diretor do estabelecimento disse que demitiu o funcionário, mesmo acreditando que não houvesse intenção de matar o animal.

 

O rapaz, que trabalhava há cerca de um ano como tosador no pet shop, contou-lhe que a cadela projetou-se como se fosse mordê-lo e ele teve uma reação de afastá-la. "Uma virada de pulso. Foi um ato impensado", afirmou o diretor.

 

De acordo com ele, quem trabalha há cerca de cinco ou seis anos com cães, como seria o caso de seu ex-funcionário, deveria estar acostumado com as reações dos animais.

 

No mesmo dia em que Mia morreu, o proprietário da loja presenteou a dona da cadela com um filhote da mesma raça. "Foi para ajudar a dividir a dor", disse.

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