"A ocupação do quartel-general da corporação, por parte dos grevistas, não pode ser aceita num Estado democrático de direito e só contribui para acirrar os ânimos e diminuir o apoio da população às justas pretensões salariais dos bombeiros", diz a nota da OAB-RJ. Para Damous, o governador Sérgio Cabral (PMDB) impôs dificuldades. "A intransigência do governador do Estado, que há meses se recusa a negociar um reajuste salarial, contribuiu decisivamente para a radicalização do movimento."
Na avaliação do presidente da OAB-RJ, os bombeiros não devem ser tratados como "bandidos". "É preciso que o governo do Estado abra imediatamente negociações para a concessão de um reajuste que proporcione um salário digno aos integrantes de uma corporação que tantos serviços já prestou à população fluminense e que conta com a sua admiração", conclui a nota.
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