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Volpi usa pesquisa para avaliar indicação ao Paço

Edmilson Magalhães/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Cynthia Tavares
Especial para o Diário

21/05/2011 | 07:22


A pesquisa encomendada pelo prefeito de Ribeirão Pires, Clóvis Volpi (PV), não será fator determinante para a escolha do seu candidato, na eleição do ano que vem. O chefe do Executivo declarou que o peso político dos cotados também será importante. "É um complemento de todo processo", disse.

Quatro nomes figuram na lista. O vice-prefeito Edinaldo de Menezes, o Dedé (PPS), o secretário de governo, Nonô Nardelli (PR), a comandante da Pasta de Educação e Inclusão Social, Rosi de Marco, e o presidente da Câmara, Gerson Constantino (PV).

Volpi não quis falar qual foi o instituto escolhido para realizar a pesquisa, que será feita na primeira semana de junho. Mas, nos bastidores circula a informação que a empresa é do interior paulista. Para chegar aos números, a cidade foi dividida em dez regiões. "Fizemos reuniões e redistribuímos os fatores físicos da cidade. Aumentamos, pois alguns bairros cresceram mais do que outros", explicou o chefe do Executivo. Os critérios foram apresentados em encontros com vereadores e líderes dos partidos aliados.

A pesquisa será estimulada, ou seja, apresentará quatro possíveis candidatos para que o eleitor escolha um deles. Pesquisadores visitarão cerca de 500 residências, divididas entre dez zonas pré-estabelecidas. O valor pago pelo levantamento não foi revelado. Contudo, pesquisa realizada por grande instituto custa, em média, R$ 50 mil.

Sobre quem arcará com os gastos, o verde desconversa. "Grupo de padrinhos políticos, que ajuda a cidade. Cada um contribui com pouco e a gente paga", despistou. Volpi ressaltou que o resultado do levantamento não chegará ao conhecimento público. "Somente o grupo de organização conhecerá o resultado final", salientou o chefe do Executivo.

 

ESCOLHIDOS

Apesar da largada, os quatro cotados ponderam e tentam esconder a apreensão. "Não tenho ansiedade além dos meus limites. Diante da situação atual, não acredito que seja o primeiro colocado", amenizou Constantino.

Os dois republicanos acreditam que a pesquisa será sim fator determinante. "É fundamental. Na campanha não adianta ter vaidade e perder. É preciso o melhor nome para ganhar a eleição", disse Nardelli. Rosi definiu o estudo como "melhor instrumento para a escolha".

O único que possui o mesmo pensamento de Volpi é Dedé. "A pesquisa é mais um fato. Além disso é preciso ter grupo e carreira política."



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