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Reali admite que Consórcio ficará esvaziado em 2012

Para petista, tendência é que prefeitos não apareçam em reuniões


Raphael Rocha
do Diário do Grande ABC

20/12/2011 | 07:06


Favorito para permanecer à frente do Consórcio Intermunicipal, o prefeito de Diadema, Mário Reali (PT), afirmou que a entidade ficará "esvaziada" no ano que vem por conta das eleições municipais. Segundo o petista, os chefes dos Executivos do Grande ABC dedicarão grande parte do tempo às campanhas políticas e os projetos engatilhados pela entidade ficarão, principalmente, sob responsabilidade dos grupos de trabalhos temáticos - formados por secretários dos Paços e representantes da sociedade civil.

"O ano que vem é eleitoral e a tendência é o esvaziamento do Consórcio pelas disputas eleitorais. Teremos parte dos prefeitos que terá de construir seus candidatos à sucessão e outros que tentarão a reeleição. Na assembleia será difícil ter presença forte (dos prefeitos). Mas podemos manter os GTs funcionando com as prioridades", avaliou.

Na região, além de Reali, tentarão a reeleição Aidan Ravin (PTB), em Santo André; Luiz Marinho (PT), em São Bernardo; e Oswaldo Dias (PT), em Mauá. José Auricchio Júnior (PTB), de São Caetano, Clóvis Volpi (PV), de Ribeirão Pires, e Adler Kiko Teixeira (PSDB), de Rio Grande da Serra, apadrinharão campanhas em 2012.

Reali afirmou que conversou com Auricchio, Volpi e Kiko sobre a possibilidade de eles encabeçarem o Consórcio durante o ano eleitoral, mas todos rejeitaram o convite. Até por isso, deixou a entender que se manterá como presidente da entidade. "Tenho missão republicana, mais do que vontade. Não dá para deixar o prato cair. Subi uma montanha e não vou descer para perder todo trabalho que fiz até agora. É como castelo de areia. Estamos construindo e não quero deixar a onda vir e levar tudo. Quero pelo menos mantê-lo."

O prefeito de Diadema enalteceu as agendas construídas com os governos federal e estadual, principalmente nos planos de mobilidade urbana e de banda larga regional. "Não podemos interromper essa agenda institucional e de trabalho. Passado o ano eleitoral, teremos de estar com plano de mobilidade pronto, por exemplo. O plano nacional de banda larga e o plano de mobilidade estão andando. Se pararem, vamos perder um ano. Estamos em tempo de preparar projetos e programas para conseguir investimento no terceiro ano, tanto do governo do Estado quanto da União. Se deixarmos parados vamos perder o timing."

 

Eleição - A manutenção de Reali na presidência do Consórcio deverá ser sacramentada em encontro regional em fevereiro. Há duas semanas, os sete prefeitos almoçaram juntos e iniciaram as conversações sobre o assunto. Neste mandato, Auricchio, em 2009, e Volpi, em 2010, já comandaram a entidade. Segundo os gestores, há compromisso firmado há três anos de que o PT a comandaria no biênio final.

O petista de Diadema conta com apoios declarados de Oswaldo e Marinho. Aidan, Auricchio, Volpi e Kiko ainda não externaram suas posições no pleito interno.



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Reali admite que Consórcio ficará esvaziado em 2012

Para petista, tendência é que prefeitos não apareçam em reuniões

Raphael Rocha
do Diário do Grande ABC

20/12/2011 | 07:06


Favorito para permanecer à frente do Consórcio Intermunicipal, o prefeito de Diadema, Mário Reali (PT), afirmou que a entidade ficará "esvaziada" no ano que vem por conta das eleições municipais. Segundo o petista, os chefes dos Executivos do Grande ABC dedicarão grande parte do tempo às campanhas políticas e os projetos engatilhados pela entidade ficarão, principalmente, sob responsabilidade dos grupos de trabalhos temáticos - formados por secretários dos Paços e representantes da sociedade civil.

"O ano que vem é eleitoral e a tendência é o esvaziamento do Consórcio pelas disputas eleitorais. Teremos parte dos prefeitos que terá de construir seus candidatos à sucessão e outros que tentarão a reeleição. Na assembleia será difícil ter presença forte (dos prefeitos). Mas podemos manter os GTs funcionando com as prioridades", avaliou.

Na região, além de Reali, tentarão a reeleição Aidan Ravin (PTB), em Santo André; Luiz Marinho (PT), em São Bernardo; e Oswaldo Dias (PT), em Mauá. José Auricchio Júnior (PTB), de São Caetano, Clóvis Volpi (PV), de Ribeirão Pires, e Adler Kiko Teixeira (PSDB), de Rio Grande da Serra, apadrinharão campanhas em 2012.

Reali afirmou que conversou com Auricchio, Volpi e Kiko sobre a possibilidade de eles encabeçarem o Consórcio durante o ano eleitoral, mas todos rejeitaram o convite. Até por isso, deixou a entender que se manterá como presidente da entidade. "Tenho missão republicana, mais do que vontade. Não dá para deixar o prato cair. Subi uma montanha e não vou descer para perder todo trabalho que fiz até agora. É como castelo de areia. Estamos construindo e não quero deixar a onda vir e levar tudo. Quero pelo menos mantê-lo."

O prefeito de Diadema enalteceu as agendas construídas com os governos federal e estadual, principalmente nos planos de mobilidade urbana e de banda larga regional. "Não podemos interromper essa agenda institucional e de trabalho. Passado o ano eleitoral, teremos de estar com plano de mobilidade pronto, por exemplo. O plano nacional de banda larga e o plano de mobilidade estão andando. Se pararem, vamos perder um ano. Estamos em tempo de preparar projetos e programas para conseguir investimento no terceiro ano, tanto do governo do Estado quanto da União. Se deixarmos parados vamos perder o timing."

 

Eleição - A manutenção de Reali na presidência do Consórcio deverá ser sacramentada em encontro regional em fevereiro. Há duas semanas, os sete prefeitos almoçaram juntos e iniciaram as conversações sobre o assunto. Neste mandato, Auricchio, em 2009, e Volpi, em 2010, já comandaram a entidade. Segundo os gestores, há compromisso firmado há três anos de que o PT a comandaria no biênio final.

O petista de Diadema conta com apoios declarados de Oswaldo e Marinho. Aidan, Auricchio, Volpi e Kiko ainda não externaram suas posições no pleito interno.

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