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Para Vanessa, Donisete perdeu no domingo

Deputada estadual lembra de derrotas de Paulo Eugenio e Helcio, candidatos do Paço na eleição


Do Diário do Grande ABC

06/10/2014 | 07:07


A deputada estadual Vanessa Damo (PMDB) afirmou que o processo eleitoral enfraqueceu o prefeito de Mauá, Donisete Braga (PT), pelo fato de a aposta do petista em eleger Paulo Eugenio Pereira Júnior (PT) à Assembleia Legislativa e garantir a reeleição do deputado federal Helcio Silva (PT) ter sido frustrada.

“Mostra desgaste da administração do Donisete Braga, que tem total descaso com a população de Mauá. Acredito que o povo demonstrou nas urnas o que nós temos confirmado como linha de oposição e fiscalizado. Os moradores vêm sofrendo com o prefeito que, mesmo com tantas dificuldades em prestar bons serviços públicos, tem recusado equipamentos do governo do Estado. Primeiro foi o Centro Dia do Idoso e, mais recente, a carreta do Programa Mulheres de Peito”, considerou a peemedebista.

Vanessa, no entanto, evitou se posicionar para a eleição de 2016, quando Donisete deve tentar renovar o mandato. Em 2012, a peemedebista e o petista travaram disputa acirrada pela Prefeitura mauaense. À ocasião, os dois estavam na condição de parlamentares paulistas. “Não é o momento para falar de eleições futuras. É o momento para agradecer a população que votou pela minha reeleição”, despistou.

Terceiro colocado no pleito de 2012, Atila Jacomussi (PCdoB) conquistou mandato de deputado estadual. O comunista é originário do grupo político da família Damo, mas, por desentendimentos, acabou se alinhando a Donisete no segundo turno da eleição. “Para mim, politicamente não muda nada. Continuarei fazendo meu trabalho parlamentar para ajudar a população de Mauá”, disse Vanessa.

Vanessa obteve 80.684 votos no domingo, porém, ela aguarda recurso no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para tentar garantir deferimento de sua candidatura. Se ganhar na Justiça, o montante de sufrágios da peemedebista lhe garantiria mais quatro anos na Assembleia Legislativa, sendo a terceira mais votada do PMDB.

O TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) segurou registro de candidatura da peemedebista por conta de outro processo, de abuso de poder político, na eleição de 2012.
“Por ser opositora ao PT de Mauá tenho sido perseguida. Mas estou confiante na Justiça e que a minha candidatura será deferida antes da diplomação (de deputados estaduais eleitos). Houve muitos materiais apócrifos que forraram os colégios eleitorais por adversários ligados à administração. Quando as pessoas me encontravam conseguia dizer que iria esclarecer a situação, porém muitos ficaram amedrontados”, reclamou. 



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