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Pedro Tobias sai em defesa de Morando

Líder do PSDB-SP diz ser absurdo ausência de deputado na executiva de S.Bernardo; Ferro contesta


Beto Silva
Do Diário do Grande ABC

26/04/2013 | 07:00


O deputado estadual Orlando Morando (PSDB) ganhou aliado importante para tentar atuação efetiva na executiva municipal do tucanato de São Bernardo. O presidente estadual da sigla, Pedro Tobias, afirmou que a ausência do colega de Assembleia na direção da legenda "é absurdo". O ex-líder local da agremiação Admir Ferro, que conduziu o processo, salientou que "tudo ocorreu dentro da legalidade, do regimento interno e do estatuto".

Morando ficou de fora da nova executiva formada no dia 14, cuja presidência ficou nas mãos de Paulo Neves. O atual mandatário é próximo do ex-comandante do PSDB são-bernardense Admir Ferro, que hoje dirige a Prodesp (Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo). O cargo teria sido indicação do deputado estadual Alex Manente (PPS).

Na eleição interna do partido, Morando reclamou que não teve espaço. Foram eleitas 51 pessoas para fazer parte do diretório, que definiram os seis integrantes da executiva. Morando disse que procurou Ferro para compor a cúpula da legenda, mas foi informado que seriam indicados ex-candidatos a vereador para os principais postos. O deputado (que era vice-presidente municipal), então, tentou emplacar Júnior Moreira, primeiro suplente no PSDB ao Legislativo, mas ele não teria sido inscrito entre os 51 do diretório. Instalou-se a polêmica e Morando afirmou que sofria "perseguição política".

Avisado da situação pelo deputado, Pedro Tobias observou que "é absurdo deixar um representante do partido com cadeira na Assembleia Legislativa fora da direção municipal". E sugeriu que Admir Ferro agiu para beneficiar o PPS, já que Alex tem rixa antiga com Morando. "Desse jeito não tem como nós crescermos. Parece que estamos a serviço do PPS", disse o presidente estadual.

Tobias frisou ainda que, se for mantido no comando do PSDB paulista (a eleição é no início de maio), vai se debruçar de maneira especial à questão de São Bernardo. "Temos de arrumar uma saída para isso."

Admir Ferro se defendeu. "Aqui não tem golpe. Quero que prove se houve alguma irregularidade. Propus uma chapa para o diretório, como ocorre há 20 anos, e ninguém inscreveu outra. Contemplamos o Orlando e o (William) Dib (deputado federal), todas as lideranças. No momento da definição da executiva, Orlando foi embora (Dib não compareceu à eleição). Júnior Moreira não estava no diretório porque não tinha termo de consentimento (documento em que concorda em fazer parte da direção partidária). A verdade é que (Orlando) não tinha voto para entrar na executiva."

O ex-presidente comentou ainda sobre trabalhar para o PPS. "Fui nomeado pelo governador Geraldo Alckmin. O PSDB é parceiro do PPS no Estado e tem gente que se incomoda com isso", disse Ferro.



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Pedro Tobias sai em defesa de Morando

Líder do PSDB-SP diz ser absurdo ausência de deputado na executiva de S.Bernardo; Ferro contesta

Beto Silva
Do Diário do Grande ABC

26/04/2013 | 07:00


O deputado estadual Orlando Morando (PSDB) ganhou aliado importante para tentar atuação efetiva na executiva municipal do tucanato de São Bernardo. O presidente estadual da sigla, Pedro Tobias, afirmou que a ausência do colega de Assembleia na direção da legenda "é absurdo". O ex-líder local da agremiação Admir Ferro, que conduziu o processo, salientou que "tudo ocorreu dentro da legalidade, do regimento interno e do estatuto".

Morando ficou de fora da nova executiva formada no dia 14, cuja presidência ficou nas mãos de Paulo Neves. O atual mandatário é próximo do ex-comandante do PSDB são-bernardense Admir Ferro, que hoje dirige a Prodesp (Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo). O cargo teria sido indicação do deputado estadual Alex Manente (PPS).

Na eleição interna do partido, Morando reclamou que não teve espaço. Foram eleitas 51 pessoas para fazer parte do diretório, que definiram os seis integrantes da executiva. Morando disse que procurou Ferro para compor a cúpula da legenda, mas foi informado que seriam indicados ex-candidatos a vereador para os principais postos. O deputado (que era vice-presidente municipal), então, tentou emplacar Júnior Moreira, primeiro suplente no PSDB ao Legislativo, mas ele não teria sido inscrito entre os 51 do diretório. Instalou-se a polêmica e Morando afirmou que sofria "perseguição política".

Avisado da situação pelo deputado, Pedro Tobias observou que "é absurdo deixar um representante do partido com cadeira na Assembleia Legislativa fora da direção municipal". E sugeriu que Admir Ferro agiu para beneficiar o PPS, já que Alex tem rixa antiga com Morando. "Desse jeito não tem como nós crescermos. Parece que estamos a serviço do PPS", disse o presidente estadual.

Tobias frisou ainda que, se for mantido no comando do PSDB paulista (a eleição é no início de maio), vai se debruçar de maneira especial à questão de São Bernardo. "Temos de arrumar uma saída para isso."

Admir Ferro se defendeu. "Aqui não tem golpe. Quero que prove se houve alguma irregularidade. Propus uma chapa para o diretório, como ocorre há 20 anos, e ninguém inscreveu outra. Contemplamos o Orlando e o (William) Dib (deputado federal), todas as lideranças. No momento da definição da executiva, Orlando foi embora (Dib não compareceu à eleição). Júnior Moreira não estava no diretório porque não tinha termo de consentimento (documento em que concorda em fazer parte da direção partidária). A verdade é que (Orlando) não tinha voto para entrar na executiva."

O ex-presidente comentou ainda sobre trabalhar para o PPS. "Fui nomeado pelo governador Geraldo Alckmin. O PSDB é parceiro do PPS no Estado e tem gente que se incomoda com isso", disse Ferro.

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