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Nem governos conservadores proibiram greve, diz sindicalista


Da Agência Brasil

05/03/2007 | 13:15


O secretário-geral da Condsef (Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal), Josemilton Costa, criticou a idéia do governo de 'regulamentar' o direito de greve em setores considerados essenciais do funcionalismo público. “Nem nos governos conservadores surgiu uma lei que impedisse o trabalhador de exercer o seu direito de fazer greve”, disse o secretário.

Costa argumentou que o que foi conversado com o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, na semana passada foi a criação de um sistema de negociação coletiva, e não uma lei que impeça o servidor de fazer greve. Ele argumentou que “todo serviço público é essencial à sociedade, senão não existiria”. E criticou a posição do governo, “que diz ser democrático, popular e progressista, mas é onde acontecem os maiores ataques aos direitos dos trabalhadores”.

Segundo o sindicalista, há 650 mil trabalhadores no serviço público federal, a maioria concentrada no Poder Executivo através dos ministérios. Mas ele considera que a proposta, se aprovada, vai atingir os três poderes.

Na sexta-feira, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, saiu de uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva dizendo que é necessário regulamentar o direito de greve e que não deve haver paralisação em setores essenciais. Mas não informou quais são eles.



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Nem governos conservadores proibiram greve, diz sindicalista

Da Agência Brasil

05/03/2007 | 13:15


O secretário-geral da Condsef (Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal), Josemilton Costa, criticou a idéia do governo de 'regulamentar' o direito de greve em setores considerados essenciais do funcionalismo público. “Nem nos governos conservadores surgiu uma lei que impedisse o trabalhador de exercer o seu direito de fazer greve”, disse o secretário.

Costa argumentou que o que foi conversado com o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, na semana passada foi a criação de um sistema de negociação coletiva, e não uma lei que impeça o servidor de fazer greve. Ele argumentou que “todo serviço público é essencial à sociedade, senão não existiria”. E criticou a posição do governo, “que diz ser democrático, popular e progressista, mas é onde acontecem os maiores ataques aos direitos dos trabalhadores”.

Segundo o sindicalista, há 650 mil trabalhadores no serviço público federal, a maioria concentrada no Poder Executivo através dos ministérios. Mas ele considera que a proposta, se aprovada, vai atingir os três poderes.

Na sexta-feira, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, saiu de uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva dizendo que é necessário regulamentar o direito de greve e que não deve haver paralisação em setores essenciais. Mas não informou quais são eles.

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