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Debate para busca de soluções é benvinda, diz Ciesp


Leone Farias
Do Diário do Grande ABC

26/02/2009 | 07:00


Em um momento de crise econômica como o atual, a iniciativa de reunir representantes de empresas, trabalhadores e de governos para apresentar sugestões e buscar saídas é muito benvinda, avalia o diretor da regional do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) de São Caetano, William Pesinato.

Segundo o dirigente, ainda há um represamento do crédito. Ele afirma que é preciso que os recursos liberados pelos bancos públicos para capital de giro das indústrias e o destinado a financiar as compras a prazo dos consumidores cheguem de fato às empresas e à população.

Outro instrumento que, na sua avaliação, deveria ser tomado pelos governos seria a postergação do prazo de pagamento de impostos. "Se vendemos para receber em 30 ou 60 dias, por que não pagar o imposto em 30 a 60 dias e poder dispor desse dinheiro de imediato como capital de giro", disse.

O diretor do Ciesp lembra que algumas medidas já foram tomadas nessa direção, "mas ainda de forma tímida". O governo já havia adiado, no fim do ano passado, em dez dias o prazo do recolhimento do IPI e do INSS das empresas.

Agência de Desenvolvimento do Grande ABC apóia iniciativa

A Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC apoia o seminário que será realizado na região nos dia 11 e 12. Para o secretário executivo da entidade, Fausto Cestari Filho, o evento permitirá a reflexão de representantes do empresariado, de trabalhadores e dos governos para a implantação de "soluções criativas", que enfrentem os problemas da economia regional.

Cestari Filho considera necessário envolver as esferas federal, estadual e municipal na busca de respostas mais rápidas para amenizar os efeitos da crise financeira internacional no Grande ABC.

"É preciso consultar os setores mais atingidos, para a preservação das empresas, e isso significa mexer na política de crédito, na política tributária e nas relações do capital e trabalho", afirma.

O dirigente cita que as turbulências financeiras globais afetaram principalmente os setores crédito-dependentes, entre os quais o automotivo, de máquinas e equipamentos e da construção civil.

Dentro da cadeia produtiva de veículos, ele avalia que muitas pequenas se descapitalizaram, fizeram dispensas e correm o risco de insolvência.



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Debate para busca de soluções é benvinda, diz Ciesp

Leone Farias
Do Diário do Grande ABC

26/02/2009 | 07:00


Em um momento de crise econômica como o atual, a iniciativa de reunir representantes de empresas, trabalhadores e de governos para apresentar sugestões e buscar saídas é muito benvinda, avalia o diretor da regional do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) de São Caetano, William Pesinato.

Segundo o dirigente, ainda há um represamento do crédito. Ele afirma que é preciso que os recursos liberados pelos bancos públicos para capital de giro das indústrias e o destinado a financiar as compras a prazo dos consumidores cheguem de fato às empresas e à população.

Outro instrumento que, na sua avaliação, deveria ser tomado pelos governos seria a postergação do prazo de pagamento de impostos. "Se vendemos para receber em 30 ou 60 dias, por que não pagar o imposto em 30 a 60 dias e poder dispor desse dinheiro de imediato como capital de giro", disse.

O diretor do Ciesp lembra que algumas medidas já foram tomadas nessa direção, "mas ainda de forma tímida". O governo já havia adiado, no fim do ano passado, em dez dias o prazo do recolhimento do IPI e do INSS das empresas.

Agência de Desenvolvimento do Grande ABC apóia iniciativa

A Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC apoia o seminário que será realizado na região nos dia 11 e 12. Para o secretário executivo da entidade, Fausto Cestari Filho, o evento permitirá a reflexão de representantes do empresariado, de trabalhadores e dos governos para a implantação de "soluções criativas", que enfrentem os problemas da economia regional.

Cestari Filho considera necessário envolver as esferas federal, estadual e municipal na busca de respostas mais rápidas para amenizar os efeitos da crise financeira internacional no Grande ABC.

"É preciso consultar os setores mais atingidos, para a preservação das empresas, e isso significa mexer na política de crédito, na política tributária e nas relações do capital e trabalho", afirma.

O dirigente cita que as turbulências financeiras globais afetaram principalmente os setores crédito-dependentes, entre os quais o automotivo, de máquinas e equipamentos e da construção civil.

Dentro da cadeia produtiva de veículos, ele avalia que muitas pequenas se descapitalizaram, fizeram dispensas e correm o risco de insolvência.

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