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Consequências do furacão Sandy


Caroline Ropero
Do Diário do Grande ABC

11/11/2012 | 07:00


Imagine ficar sem energia elétrica, televisão, computador e telefone. Foi o que aconteceu com as vítimas do furacão Sandy. Em alguns locais, o efeito foi devastador. Muitos perderam casas, móveis e carros. Árvores foram arrancadas pelo vento, ruas ficaram alagadas, estradas e pontes foram destruídas. A Times Square, um dos pontos turísticos mais visitados de Nova York e conhecido pelos telões e luzes coloridas, estava apagada e vazia.

Em Cuba, cerca de 180 mil casas desmoronaram e mais de 1.000 km² de terras agrícolas foram afetadas, segundo a ONU (Organização das Nações Unidas). Diversas famílias precisam de abrigo e doações de água e alimento. Algumas escolas suspenderam as aulas, pois estão servindo como moradia para desalojados. O transporte público (metrô, ônibus e trem) também parou de funcionar.

Com a falta de eletricidade, muita gente sofre com o frio. É outono no Hemisfério Norte; falta menos de um mês para o início do inverno e já faz frio. Nesta época, há o costume de ligar aquecedores nas casas. Algumas famílias têm geradores que fornecem energia. Mas, por causa do desastre, está difícil encontrar combustível para fazê-los funcionar.

 

 



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Consequências do furacão Sandy

Caroline Ropero
Do Diário do Grande ABC

11/11/2012 | 07:00


Imagine ficar sem energia elétrica, televisão, computador e telefone. Foi o que aconteceu com as vítimas do furacão Sandy. Em alguns locais, o efeito foi devastador. Muitos perderam casas, móveis e carros. Árvores foram arrancadas pelo vento, ruas ficaram alagadas, estradas e pontes foram destruídas. A Times Square, um dos pontos turísticos mais visitados de Nova York e conhecido pelos telões e luzes coloridas, estava apagada e vazia.

Em Cuba, cerca de 180 mil casas desmoronaram e mais de 1.000 km² de terras agrícolas foram afetadas, segundo a ONU (Organização das Nações Unidas). Diversas famílias precisam de abrigo e doações de água e alimento. Algumas escolas suspenderam as aulas, pois estão servindo como moradia para desalojados. O transporte público (metrô, ônibus e trem) também parou de funcionar.

Com a falta de eletricidade, muita gente sofre com o frio. É outono no Hemisfério Norte; falta menos de um mês para o início do inverno e já faz frio. Nesta época, há o costume de ligar aquecedores nas casas. Algumas famílias têm geradores que fornecem energia. Mas, por causa do desastre, está difícil encontrar combustível para fazê-los funcionar.

 

 

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