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Moderno e nostálgico

Fiat 500 Cabrio consegue ser atual sem abrir mão do estilo
que o consagrou; modelo chega por indigestos R$ 57,9 mil


Marcelo Monegato
Do Diário do Grande ABC

19/12/2012 | 07:00


Modernizar o clássico em suas formas sem alterar os conceitos que o tornaram único no passado é ofício para os excepcionais. Inúmeros são os fracassos, especialmente quando falamos de carros. No entanto, na lista dos bem-sucedidos - ao lado do novo Fusca, por exemplo - está o Fiat 500. Em especial o Fiat 500 Cabrio, releitura do modelo lançado em 1957 e que chega ao Brasil por indigestos R$ 57,9 mil.

Como todo conversível, a personalidade do 500C está no teto. Porém, os designers da Fiat conseguiram preservar o estilo nostálgico daquele Cabrio dos anos 1950, fazendo com que a capota em tecido - disponível nas cores preta e vermelha - seja recolhida da mesma forma, só que de maneira elétrica, e não manual. O arco arredondado sobre as portas é mantido, assim como o original. O teto tem três posições e pode ser movimentado com o carro rodando a até 80 km/h.

O fato de não escamotear a capota dentro do porta-malas, como 99,9% dos conversíveis de hoje, gera grande desconforto para o motorista, que perde grande parte da visão traseira.

Passeando - com ou sem cabelos ao vento -, o Fiat é agradável. Em uma condução mais suave, poupando o acelerador e combustível, o motor 1.4 16V MultiAir (gasolina) de 105 cv conversa muito bem com a transmissão automática de seis velocidades. As trocas são suave e exploram bem o torque máximo de 13,6 mkgf, disponível a 3.850 rpm, e garantindo agilidade na cidade ao pequeño fabricado no México.

Quando assumimos uma tocada mais arrojada - pressionando a tecla ‘S' (Sport) -, o giro beira o limite e as mudanças de marcha demoram a acontecer. Nesta hora, o melhor é fazer as trocas manualmente pela alavanca. Aliás, aletas atrás do volante seriam bem-vindas.

O ajuste da suspensão merece elogios. Firme, evita inclinação da carroceria nas curvas, tornando o 500 divertido em estradas sinuosas. É importante destacar a presença da tecnologia no Fiat, que traz controles de estabilidade e tração, freios ABS com EBD, e controlador de velocidade. Entre os mimos de conforto, saltam aos olhos ar-condicionado, direção elétrica e rádio CD player MP3. Já no quesito segurança, o 500 oferece air bag duplo e sidebag - como opcional, o Kit Safety traz air bags de cortina e joelhos (motorista) por R$ 1.351.

Por dentro, o 500 não é micro, mas os grandões sofrem um pouco. Talvez este seja o preço que se pague para manter o estilo 1950.



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Moderno e nostálgico

Fiat 500 Cabrio consegue ser atual sem abrir mão do estilo
que o consagrou; modelo chega por indigestos R$ 57,9 mil

Marcelo Monegato
Do Diário do Grande ABC

19/12/2012 | 07:00


Modernizar o clássico em suas formas sem alterar os conceitos que o tornaram único no passado é ofício para os excepcionais. Inúmeros são os fracassos, especialmente quando falamos de carros. No entanto, na lista dos bem-sucedidos - ao lado do novo Fusca, por exemplo - está o Fiat 500. Em especial o Fiat 500 Cabrio, releitura do modelo lançado em 1957 e que chega ao Brasil por indigestos R$ 57,9 mil.

Como todo conversível, a personalidade do 500C está no teto. Porém, os designers da Fiat conseguiram preservar o estilo nostálgico daquele Cabrio dos anos 1950, fazendo com que a capota em tecido - disponível nas cores preta e vermelha - seja recolhida da mesma forma, só que de maneira elétrica, e não manual. O arco arredondado sobre as portas é mantido, assim como o original. O teto tem três posições e pode ser movimentado com o carro rodando a até 80 km/h.

O fato de não escamotear a capota dentro do porta-malas, como 99,9% dos conversíveis de hoje, gera grande desconforto para o motorista, que perde grande parte da visão traseira.

Passeando - com ou sem cabelos ao vento -, o Fiat é agradável. Em uma condução mais suave, poupando o acelerador e combustível, o motor 1.4 16V MultiAir (gasolina) de 105 cv conversa muito bem com a transmissão automática de seis velocidades. As trocas são suave e exploram bem o torque máximo de 13,6 mkgf, disponível a 3.850 rpm, e garantindo agilidade na cidade ao pequeño fabricado no México.

Quando assumimos uma tocada mais arrojada - pressionando a tecla ‘S' (Sport) -, o giro beira o limite e as mudanças de marcha demoram a acontecer. Nesta hora, o melhor é fazer as trocas manualmente pela alavanca. Aliás, aletas atrás do volante seriam bem-vindas.

O ajuste da suspensão merece elogios. Firme, evita inclinação da carroceria nas curvas, tornando o 500 divertido em estradas sinuosas. É importante destacar a presença da tecnologia no Fiat, que traz controles de estabilidade e tração, freios ABS com EBD, e controlador de velocidade. Entre os mimos de conforto, saltam aos olhos ar-condicionado, direção elétrica e rádio CD player MP3. Já no quesito segurança, o 500 oferece air bag duplo e sidebag - como opcional, o Kit Safety traz air bags de cortina e joelhos (motorista) por R$ 1.351.

Por dentro, o 500 não é micro, mas os grandões sofrem um pouco. Talvez este seja o preço que se pague para manter o estilo 1950.

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