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Relatório isenta agentes que mataram passageiro em avião em Miami


Da AFP

23/05/2006 | 21:36


A morte à queima-roupa de um passageiro que disse ter uma bomba em um avião em dezembro passado, no aeroporto de Miami, foi justificada, e os agentes que atiraram agiram com "notável moderação", de acordo com relatório oficial sobre o episódio divulgado nesta terça-feira.

O passageiro Rigoberto Alpízar, 44 anos, tinha desordem bipolar, um distúrbio psicológico, e não se sentia bem quando o avião em que estava aterrissou no dia 7 de dezembro em Miami, procedente do Equador. Então, após se sentar em um outro vôo da American Airlines para Orlando (centro), ele saiu correndo do aparelho, gritando que tinha uma bomba.

Ao ser perseguido por dois agentes federais até o túnel de embarque, Alpízar tentou entrar novamente no avião com uma mochila na frente, ignorando o grito de "alto" dos policiais, que dispararam e o mataram com dez tiros.

Sua mulher, Anne Buechner, tentou explicar aos agentes que seu marido estava com problemas psicológicos, mas, segundo o informe, apresentado à procuradoria estadual da Flórida, os agentes não a ouviram.

A morte, "ainda que trágica, está legalmente justificada, em vista das circunstâncias apresentadas aos agentes aéreos. Deve-se destacar que ambos os agentes demonstraram uma notável moderação, ao lidar com Alpízar", completa o documento.

Segundo o relatório, os agentes tinham de evitar a todo custo que o passageiro causasse dano a qualquer pessoa e agiram legalmente.

"No mundo depois do 11 de Setembro e dos atentados em Madri, os agentes aéreos enfrentaram um homem em um vôo que tinha uma mochila no peito, dizendo que tinha uma bomba e ameaçando detoná-la, enquanto voltava para a nave. Sob essas circunstâncias, não há tempo para atrasos nas investigações", conclui o texto, que isenta os agentes de qualquer responsabilidade.



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Relatório isenta agentes que mataram passageiro em avião em Miami

Da AFP

23/05/2006 | 21:36


A morte à queima-roupa de um passageiro que disse ter uma bomba em um avião em dezembro passado, no aeroporto de Miami, foi justificada, e os agentes que atiraram agiram com "notável moderação", de acordo com relatório oficial sobre o episódio divulgado nesta terça-feira.

O passageiro Rigoberto Alpízar, 44 anos, tinha desordem bipolar, um distúrbio psicológico, e não se sentia bem quando o avião em que estava aterrissou no dia 7 de dezembro em Miami, procedente do Equador. Então, após se sentar em um outro vôo da American Airlines para Orlando (centro), ele saiu correndo do aparelho, gritando que tinha uma bomba.

Ao ser perseguido por dois agentes federais até o túnel de embarque, Alpízar tentou entrar novamente no avião com uma mochila na frente, ignorando o grito de "alto" dos policiais, que dispararam e o mataram com dez tiros.

Sua mulher, Anne Buechner, tentou explicar aos agentes que seu marido estava com problemas psicológicos, mas, segundo o informe, apresentado à procuradoria estadual da Flórida, os agentes não a ouviram.

A morte, "ainda que trágica, está legalmente justificada, em vista das circunstâncias apresentadas aos agentes aéreos. Deve-se destacar que ambos os agentes demonstraram uma notável moderação, ao lidar com Alpízar", completa o documento.

Segundo o relatório, os agentes tinham de evitar a todo custo que o passageiro causasse dano a qualquer pessoa e agiram legalmente.

"No mundo depois do 11 de Setembro e dos atentados em Madri, os agentes aéreos enfrentaram um homem em um vôo que tinha uma mochila no peito, dizendo que tinha uma bomba e ameaçando detoná-la, enquanto voltava para a nave. Sob essas circunstâncias, não há tempo para atrasos nas investigações", conclui o texto, que isenta os agentes de qualquer responsabilidade.

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