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Antidepressivo Seroxat pode aumentar risco de suicídio, diz estudo


Da AFP

21/08/2005 | 22:12


O Seroxat, um dos antidepressivos mais receitados na Grã-Bretanha, produzido pela GlaxoSmithKline, aumentaria as propensões suicidas dos pacientes, de acordo com um estudo norueguês publicado na imprensa especializada britânica e que será divulgado nesta segunda-feira pelo jornal "The Times".

O estudo da Universidade de Oslo, publicado na revista médica britânica "BMC Medicine", mostra que as tentativas de suicídio seriam sete vezes mais freqüentes entre os pacientes tratados com Seroxat do que naqueles que ingeriram um placebo. Além disso, os pensamentos suicidas seriam três vezes maiores entre os pacientes do primeiro grupo, do que entre os do segundo.

A Universidade de Oslo chegou a estes resultados após analisar os testes feitos em 1.500 pacientes até que o Seroxat entrasse no mercado, no início dos anos 90.

De acordo com o "Times", várias associações, entre elas a entidade beneficente Mind, que trabalha na Grã-Bretanha no campo das doenças mentais, pediram a retirada do remédio do mercado.

A GlaxoSMithKline e a MHRA (Agência Britânica de Regulação de Remédios e Produtos para a Saúde) defenderam o Seroxat, comentou "The Times", por estimar que apresenta mais vantagens do que inconvenientes.

Em 2004, o Seroxat foi prescrito cerca de 2,4 milhões de vezes, segundo os números do Times.



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