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Militar terá reajuste de 7,5% em janeiro



23/11/2000 | 00:56


O ministro da Defesa, Geraldo Quintao, garantiu nesta quarta que o plano de reajuste dos salários dos militares entrará em vigor a partir de janeiro de 2001 durante um depoimento na Comissao de Relaçoes Exteriores do Senado para tratar do Plano Colômbia - programa de combate ao narcotráfico e à guerrilha naquele país. Segundo Quintao, os militares nao "querem mais do que o Brasil tem condiçoes de dar".

O aumento deverá ficar em torno de 30% e será concedido em quatro parcelas. A primeira parte, que deve ficar entre 5% a 7,5%, será paga em janeiro.

Quintao esteve no Senado horas antes de um encontro com o presidente Fernando Henrique Cardoso, no qual o assunto principal seriam as novas promoçoes de oficiais-generais do Exército, Marinha e Aeronáutica. O ministro negou que aproveitaria a reuniao com o presidente, prevista para ocorrer no final da tarde, para discutir o plano de remuneraçao.

Em seu depoimento, ele reconheceu que o impacto no Orçamento de 2001 com a elevaçao dos rendimentos da categoria - estimado em R$ 2,4 bilhoes - será alto. Mas, na sua avaliaçao, essa decisao do governo nao "encontra oposiçao na sociedade". "Assim, os militares terao o estatuto de remuneraçao tao desejado", afirmou o ministro.



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Militar terá reajuste de 7,5% em janeiro


23/11/2000 | 00:56


O ministro da Defesa, Geraldo Quintao, garantiu nesta quarta que o plano de reajuste dos salários dos militares entrará em vigor a partir de janeiro de 2001 durante um depoimento na Comissao de Relaçoes Exteriores do Senado para tratar do Plano Colômbia - programa de combate ao narcotráfico e à guerrilha naquele país. Segundo Quintao, os militares nao "querem mais do que o Brasil tem condiçoes de dar".

O aumento deverá ficar em torno de 30% e será concedido em quatro parcelas. A primeira parte, que deve ficar entre 5% a 7,5%, será paga em janeiro.

Quintao esteve no Senado horas antes de um encontro com o presidente Fernando Henrique Cardoso, no qual o assunto principal seriam as novas promoçoes de oficiais-generais do Exército, Marinha e Aeronáutica. O ministro negou que aproveitaria a reuniao com o presidente, prevista para ocorrer no final da tarde, para discutir o plano de remuneraçao.

Em seu depoimento, ele reconheceu que o impacto no Orçamento de 2001 com a elevaçao dos rendimentos da categoria - estimado em R$ 2,4 bilhoes - será alto. Mas, na sua avaliaçao, essa decisao do governo nao "encontra oposiçao na sociedade". "Assim, os militares terao o estatuto de remuneraçao tao desejado", afirmou o ministro.

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