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Iraque rebate necessidade de nova resolução da ONU


Da AFP

19/10/2002 | 11:13


O Iraque continua se negando a acreditar na necessidade de uma nova resolução da Organização das Nações Unidas (ONU). "Nossa posição foi e continua sendo de que não há necessidade de uma nova resolução para organizar o trabalho dos inspetores" de desarmamento da ONU, declarou nesta sexta-feira o vice-primeiro-ministro iraquiano, Tarek Aziz.

O dirigente fez a declaração nos momentos em que as negociações nas Nações Unidas pareciam tomar a forma de um compromisso entre os Estados Unidos e a França, que continua se opondo a uma resolução que estabeleça a utilização automática da força em caso de obstruição iraquiana ao trabalho dos técnicos.

Depois de um debate no Conselho de Segurança marcado por uma oposição quase unânime à utilização da força de forma automática, Washington suavizou sua posição.

Os Estados Unidos informaram que aceitarão uma iniciativa que prevê reforçar em uma primeira etapa o regime de inspeções dos armamentos iraquianos e depois, se seu trabalho sofrer obstáculos, que o Conselho de Segurança examine a possibilidade de recorrer à força.

Segundo Aziz, nem sequer é necessário reforçar o regime de inspeções, já que no dia 16 de setembro passado seu país aceitou o retorno incondicional dos especialistas da ONU.

"Os inspetores trabalharam no Iraque durante sete anos e meio na base de regras definidas entre nós, eles e o secretário geral das Nações Unidas, Kofi Annan, e foram eles que violaram essas regras", lembrou.

"Se eles tivessem respeitado essas regras, teriam terminado seu trabalho há muito tempo, teriam chegado à verdade e proclamado que o Iraque já não possui armas de destruição em massa", destacou Aziz.



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Iraque rebate necessidade de nova resolução da ONU

Da AFP

19/10/2002 | 11:13


O Iraque continua se negando a acreditar na necessidade de uma nova resolução da Organização das Nações Unidas (ONU). "Nossa posição foi e continua sendo de que não há necessidade de uma nova resolução para organizar o trabalho dos inspetores" de desarmamento da ONU, declarou nesta sexta-feira o vice-primeiro-ministro iraquiano, Tarek Aziz.

O dirigente fez a declaração nos momentos em que as negociações nas Nações Unidas pareciam tomar a forma de um compromisso entre os Estados Unidos e a França, que continua se opondo a uma resolução que estabeleça a utilização automática da força em caso de obstruição iraquiana ao trabalho dos técnicos.

Depois de um debate no Conselho de Segurança marcado por uma oposição quase unânime à utilização da força de forma automática, Washington suavizou sua posição.

Os Estados Unidos informaram que aceitarão uma iniciativa que prevê reforçar em uma primeira etapa o regime de inspeções dos armamentos iraquianos e depois, se seu trabalho sofrer obstáculos, que o Conselho de Segurança examine a possibilidade de recorrer à força.

Segundo Aziz, nem sequer é necessário reforçar o regime de inspeções, já que no dia 16 de setembro passado seu país aceitou o retorno incondicional dos especialistas da ONU.

"Os inspetores trabalharam no Iraque durante sete anos e meio na base de regras definidas entre nós, eles e o secretário geral das Nações Unidas, Kofi Annan, e foram eles que violaram essas regras", lembrou.

"Se eles tivessem respeitado essas regras, teriam terminado seu trabalho há muito tempo, teriam chegado à verdade e proclamado que o Iraque já não possui armas de destruição em massa", destacou Aziz.

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