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Equilíbrio entre
forma e função

Com mesmo design e desempenho da versão cupê,
a Mercedes-Benz apresenta o SLS AMG Roadster


Vagner Aquino
Enviado a Piracicaba

04/01/2012 | 07:00


A Mercedes-Benz escolheu o Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo para ser palco da apresentação do SLS AMG Roadster. Na chegada, nada de surpresas. Uma pista convencional, com zebras e pneus encostados perto das muretas de concreto - como manda a tradição.

Mas é avançando um pouco mais as dependências do local que o negócio começa a esquentar.

Posicionado na diagonal em frente aos boxes, lá estava o ícone sobre rodas. Ao lado, o irmão Coupé, cujas linhas (e as charmosas portas que se abrem em formato de asas de gaivota) são uma homenagem ao clássico 300 SL, que conquistou os corações dos apaixonados por carros na década de 1950.

No Roadster, para contrastar com a carroceria em tom branco, o modelo trazia interior predominantemente vermelho sob a capota de lona - que se abre em apenas 11 segundos quando a velocidade é inferior a 50 km/h.

Apesar de estar ali, contemplando aquela verdadeira máquina, cada minuto parecia uma eternidade, pois era praticamente impossível conter a ansiedade e aguardar o momento de testar a novidade. Afinal, não é todo dia que se dirige um veículo com motor 6.3 V8 aspirado de 571 cv e 66,3 mkgf de torque a 4.750 rpm.

Com base nesses números (e que números!), a marca da estrela de três pontas afirma que o modelo chega aos 100 km/h em apenas 3,8 segundos. A velocidade máxima? Limitada a 317 km/h... Pena que a pista era pequena para tanto - e demarcada por cones para testes de aceleração, frenagem e slalom.

 

NA PISTA

Finalmente chega a minha vez de dirigir. A posição baixa (típica de veículos superesportivos) me incomoda um pouco, pois a linha da cintura fica, praticamente, na altura dos ombros.

Mas depois que regulo os retrovisores, ajeito o banco (com ajuste elétrico) e aperto o botão Start & Stop para ligar o motor, todo o incômodo fica para trás e minha atenção se volta exclusivamente para o ronco do V-oitão (montado manualmente na oficina alemã da AMG em Affalterbach), que chega a assustar.

Posiciono a (moderna) alavanca de câmbio no modo Drive e libero o freio de estacionamento - que fica na extremidade esquerda do painel, ali pertinho do volante.

Quando entro na pista e abuso um pouco do pedal do acelerador, logo percebo que o SLS AMG Roadster não é só beleza, robustez e potência, o carro impressiona pelo conforto e pelo equilíbrio. Mesmo fazendo curvas à beira dos 100 km/h, nada de escorregões ou escapadas. Durante o percurso, tenho total domínio da fera.

No fim da pista, é hora de fazer o teste de aceleração. Pé embaixo, costas coladas no banco (revestido em couro) e mãos firmes no volante. Logo o ponteiro ultrapassa os 150 km/h. A transmissão AMG SpeedShift tem sete velocidades e dupla embreagem. Fica a cargo do controle de estabilidade (de três estágios) conter toda essa fúria...

 

Meta é vender 70 carros em 2012

 

De acordo com Dirlei Dias, gerente sênior de vendas de automóveis da Mercedes-Benz do Brasil, a marca pretende vender cerca de 70 SLS AMG durante o ano de 2012. "Nossa expectativa é que o mix seja 70% cupê e 30% da variante conversível, pois os clientes ainda têm uma leve queda pelo charme das portas em formato de asas de gaivota", explica.

Pela versão 2012 do cupê, a Mercedes cobra US$ 490 mil - o Roadster custa US$ 515 mil. Os preços estão sujeitos às alterações diárias do dólar.

Com portfólio de 15 versões diferentes, os modelos AMG correspondem a 4% das vendas totais da marca no Brasil, "Em nivel mundial, a porcentagem cai para 2,5%", informa Dias.

Ainda de acordo com ele, isso é fruto da exclusividade dos veículos, que passaram a agregar esportividade ao luxo ostentado pela marca de origem alemã.

E esta combinação não foge à regra no SLS AMG Roadster. Inclusive por dentro. Nele, um dos principais apelos é o interior inspirado em aeronaves. É fácil a comparação quando se presta atenção em alguns elementos como o painel e as saídas de ar, em formato de cruz.

O acabamento em metal sólido fosco ou fibra de carbono casa bem com o couro. Há também sistema de som com DVD player, climatização Thermotronic e a opção de incluir a tecnologia AirScarf, que aquece a área do pescoço dos ocupantes através de pequenas frestas existentes nos apoios de cabeça dos bancos.



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Equilíbrio entre
forma e função

Com mesmo design e desempenho da versão cupê,
a Mercedes-Benz apresenta o SLS AMG Roadster

Vagner Aquino
Enviado a Piracicaba

04/01/2012 | 07:00


A Mercedes-Benz escolheu o Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo para ser palco da apresentação do SLS AMG Roadster. Na chegada, nada de surpresas. Uma pista convencional, com zebras e pneus encostados perto das muretas de concreto - como manda a tradição.

Mas é avançando um pouco mais as dependências do local que o negócio começa a esquentar.

Posicionado na diagonal em frente aos boxes, lá estava o ícone sobre rodas. Ao lado, o irmão Coupé, cujas linhas (e as charmosas portas que se abrem em formato de asas de gaivota) são uma homenagem ao clássico 300 SL, que conquistou os corações dos apaixonados por carros na década de 1950.

No Roadster, para contrastar com a carroceria em tom branco, o modelo trazia interior predominantemente vermelho sob a capota de lona - que se abre em apenas 11 segundos quando a velocidade é inferior a 50 km/h.

Apesar de estar ali, contemplando aquela verdadeira máquina, cada minuto parecia uma eternidade, pois era praticamente impossível conter a ansiedade e aguardar o momento de testar a novidade. Afinal, não é todo dia que se dirige um veículo com motor 6.3 V8 aspirado de 571 cv e 66,3 mkgf de torque a 4.750 rpm.

Com base nesses números (e que números!), a marca da estrela de três pontas afirma que o modelo chega aos 100 km/h em apenas 3,8 segundos. A velocidade máxima? Limitada a 317 km/h... Pena que a pista era pequena para tanto - e demarcada por cones para testes de aceleração, frenagem e slalom.

 

NA PISTA

Finalmente chega a minha vez de dirigir. A posição baixa (típica de veículos superesportivos) me incomoda um pouco, pois a linha da cintura fica, praticamente, na altura dos ombros.

Mas depois que regulo os retrovisores, ajeito o banco (com ajuste elétrico) e aperto o botão Start & Stop para ligar o motor, todo o incômodo fica para trás e minha atenção se volta exclusivamente para o ronco do V-oitão (montado manualmente na oficina alemã da AMG em Affalterbach), que chega a assustar.

Posiciono a (moderna) alavanca de câmbio no modo Drive e libero o freio de estacionamento - que fica na extremidade esquerda do painel, ali pertinho do volante.

Quando entro na pista e abuso um pouco do pedal do acelerador, logo percebo que o SLS AMG Roadster não é só beleza, robustez e potência, o carro impressiona pelo conforto e pelo equilíbrio. Mesmo fazendo curvas à beira dos 100 km/h, nada de escorregões ou escapadas. Durante o percurso, tenho total domínio da fera.

No fim da pista, é hora de fazer o teste de aceleração. Pé embaixo, costas coladas no banco (revestido em couro) e mãos firmes no volante. Logo o ponteiro ultrapassa os 150 km/h. A transmissão AMG SpeedShift tem sete velocidades e dupla embreagem. Fica a cargo do controle de estabilidade (de três estágios) conter toda essa fúria...

 

Meta é vender 70 carros em 2012

 

De acordo com Dirlei Dias, gerente sênior de vendas de automóveis da Mercedes-Benz do Brasil, a marca pretende vender cerca de 70 SLS AMG durante o ano de 2012. "Nossa expectativa é que o mix seja 70% cupê e 30% da variante conversível, pois os clientes ainda têm uma leve queda pelo charme das portas em formato de asas de gaivota", explica.

Pela versão 2012 do cupê, a Mercedes cobra US$ 490 mil - o Roadster custa US$ 515 mil. Os preços estão sujeitos às alterações diárias do dólar.

Com portfólio de 15 versões diferentes, os modelos AMG correspondem a 4% das vendas totais da marca no Brasil, "Em nivel mundial, a porcentagem cai para 2,5%", informa Dias.

Ainda de acordo com ele, isso é fruto da exclusividade dos veículos, que passaram a agregar esportividade ao luxo ostentado pela marca de origem alemã.

E esta combinação não foge à regra no SLS AMG Roadster. Inclusive por dentro. Nele, um dos principais apelos é o interior inspirado em aeronaves. É fácil a comparação quando se presta atenção em alguns elementos como o painel e as saídas de ar, em formato de cruz.

O acabamento em metal sólido fosco ou fibra de carbono casa bem com o couro. Há também sistema de som com DVD player, climatização Thermotronic e a opção de incluir a tecnologia AirScarf, que aquece a área do pescoço dos ocupantes através de pequenas frestas existentes nos apoios de cabeça dos bancos.

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