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Tudo em um toque


Renato Cunha
Especial para o Diário

02/11/2014 | 07:00


Os smartphones são cada vez mais importantes na vida das pessoas. Pesquisa recente coordenada pela Hibou (empresa de monitoramento de mercado e consumo) mostra que 52% dos paulistas preferem andar sem calças pelas ruas a sair sem o celular de casa. Além disso, as vendas desses aparelhos no Brasil chegaram a 13 milhões no segundo trimestre de 2014, alta de 22% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo levantamento da IDC (International Data Corporation). 

 Com isso, o mercado de aplicativos cresceu na esteira dos aparelhos celulares. Atualmente, existem em torno de 1,3 milhão desses programas para smartphones, desde aplicativos como o Facebook, para que se possa ficar conectado a maior parte do dia, até outros capazes de resolver equações somente com o auxílio da câmera do dispositivo.

 A tecnologia presente nos aparelhos é usada para diversas finalidades. Para a estudante de Jornalismo Caroline Ribeiro, 20 anos, por exemplo, a prioridade é a diversão.“O que eu mais uso é o Spotify e o Instagram. O Spotify é de música, é ótimo. Você baixa as faixas que quer, faz playlist e tem acesso a conteúdo musical infinito. Eu adoro”, comenta. Para ela, a tecnologia traz, além da diversão, qualidade na comunicação. “Ajuda muito. Principalmente no que se refere à troca rápida de informações. Poder abrir e-mails, ler documentos e poder salvar as coisas na nuvem também ajudam muito”, conclui.

 O estudante de Engenharia da Computação Caio Menezes, 20, é mais um que utiliza o celular como ferramenta para a faculdade. “O aplicativo mais recente que baixei foi o Mathematics. Eu uso todos os dias. Ele me ajuda nos estudos em relação aos cálculos matemáticos e resolução de exercícios”, assinala. O analista de tecnologia da informação Marcelo Silva, 32, manipula seu smartphone para programar o cotidiano. “Utilizo bastante o aplicativo Clima, da Bing, para saber sobre a meteorologia, e programas para ter informações sobre filmes e peças em cartaz e compra de ingressos”, informa. 

 Uma das tendências para o futuro digital é a chamada Internet das Coisas, de acordo com especialistas. Consiste em conectar todos os eletrônicos e eletrodomésticos utilizados em casa. Tudo se tornará um computador. Professor pela USP (Universidade de São Paulo) e especialista em TV Digital e novas mídias, Alan Angeluci diz que tal panorama não tem volta. “Os aplicativos tendem a se tornar cada vez mais interoperáveis e convergentes, podendo ser acessados de diversas plataformas, cada vez mais intuitivamente e com maior facilidade. Tendem também a se consolidar no campo dos dispositivos móveis como plataforma principal e utilizar recursos de comando cada vez mais por controle de voz e gestos”, explica.

 O especialista avalia que o Brasil precisa evoluir na produção da tecnologia. “O mercado de aplicativos é altamente competitivo e países mais avançados nesses setores de tecnologia da informação acabam tomando a dianteira no processo. No entanto, há iniciativas importantes no Brasil, como o estímulo cada vez mais crescente ao empreendedorismo e à criação de startups (ideias inovadoras) voltadas aos dispositivos móveis.”

 Algumas empresas lançam softwares para auxiliar seus clientes. É o caso da Suvinil, que lançou três programas com foco em pintura. Os motoristas não ficam de fora dessa modernidade. A rede Caçula de Pneus desenvolveu ferramenta para ajudar o consumidor a escolher o melhor pneu, além de oferecer informações sobre o carro. 



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Tudo em um toque

Renato Cunha
Especial para o Diário

02/11/2014 | 07:00


Os smartphones são cada vez mais importantes na vida das pessoas. Pesquisa recente coordenada pela Hibou (empresa de monitoramento de mercado e consumo) mostra que 52% dos paulistas preferem andar sem calças pelas ruas a sair sem o celular de casa. Além disso, as vendas desses aparelhos no Brasil chegaram a 13 milhões no segundo trimestre de 2014, alta de 22% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo levantamento da IDC (International Data Corporation). 

 Com isso, o mercado de aplicativos cresceu na esteira dos aparelhos celulares. Atualmente, existem em torno de 1,3 milhão desses programas para smartphones, desde aplicativos como o Facebook, para que se possa ficar conectado a maior parte do dia, até outros capazes de resolver equações somente com o auxílio da câmera do dispositivo.

 A tecnologia presente nos aparelhos é usada para diversas finalidades. Para a estudante de Jornalismo Caroline Ribeiro, 20 anos, por exemplo, a prioridade é a diversão.“O que eu mais uso é o Spotify e o Instagram. O Spotify é de música, é ótimo. Você baixa as faixas que quer, faz playlist e tem acesso a conteúdo musical infinito. Eu adoro”, comenta. Para ela, a tecnologia traz, além da diversão, qualidade na comunicação. “Ajuda muito. Principalmente no que se refere à troca rápida de informações. Poder abrir e-mails, ler documentos e poder salvar as coisas na nuvem também ajudam muito”, conclui.

 O estudante de Engenharia da Computação Caio Menezes, 20, é mais um que utiliza o celular como ferramenta para a faculdade. “O aplicativo mais recente que baixei foi o Mathematics. Eu uso todos os dias. Ele me ajuda nos estudos em relação aos cálculos matemáticos e resolução de exercícios”, assinala. O analista de tecnologia da informação Marcelo Silva, 32, manipula seu smartphone para programar o cotidiano. “Utilizo bastante o aplicativo Clima, da Bing, para saber sobre a meteorologia, e programas para ter informações sobre filmes e peças em cartaz e compra de ingressos”, informa. 

 Uma das tendências para o futuro digital é a chamada Internet das Coisas, de acordo com especialistas. Consiste em conectar todos os eletrônicos e eletrodomésticos utilizados em casa. Tudo se tornará um computador. Professor pela USP (Universidade de São Paulo) e especialista em TV Digital e novas mídias, Alan Angeluci diz que tal panorama não tem volta. “Os aplicativos tendem a se tornar cada vez mais interoperáveis e convergentes, podendo ser acessados de diversas plataformas, cada vez mais intuitivamente e com maior facilidade. Tendem também a se consolidar no campo dos dispositivos móveis como plataforma principal e utilizar recursos de comando cada vez mais por controle de voz e gestos”, explica.

 O especialista avalia que o Brasil precisa evoluir na produção da tecnologia. “O mercado de aplicativos é altamente competitivo e países mais avançados nesses setores de tecnologia da informação acabam tomando a dianteira no processo. No entanto, há iniciativas importantes no Brasil, como o estímulo cada vez mais crescente ao empreendedorismo e à criação de startups (ideias inovadoras) voltadas aos dispositivos móveis.”

 Algumas empresas lançam softwares para auxiliar seus clientes. É o caso da Suvinil, que lançou três programas com foco em pintura. Os motoristas não ficam de fora dessa modernidade. A rede Caçula de Pneus desenvolveu ferramenta para ajudar o consumidor a escolher o melhor pneu, além de oferecer informações sobre o carro. 

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