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Empresas da indústria química temem efeitos no câmbio



30/05/2008 | 07:03


Responsável pelo maior déficit comercial da indústria de transformação brasileira, o setor químico se mostra preocupado com os efeitos do grau de investimento concedido pela Fitch no câmbio. Segundo o vice-presidente executivo da Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química), Nelson Pereira dos Reis, a entrada de recursos deverá se refletir em valorização do real frente ao dólar, o que reduzirá ainda mais a competitividade da indústria brasileira.

"Será preciso administrar a entrada destes recursos pois os efeitos no câmbio podem agravar a situação do setor", disse o executivo.

Nos quatro primeiros meses do ano, o déficit comercial da indústria química totalizou US$ 5,4 bilhões, alta de 64,5% em relação a igual período de 2007. No ano passado, o déficit foi de US$ 13,2 bilhões.

O vice-presidente da Abiquim acredita que a entrada de recursos prevista por outros setores como a construção civil não deverá ser tão marcante na indústria química. Devido ao aumento da demanda local por insumos, destaca, as empresas já intensificam os investimentos.

Para o setor de transformados plásticos, que tem como fornecedores as petroquímicas, o grau de investimento representa uma possibilidade de entrada de novos recursos no Brasil, destaca o presidente da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), Merheg Cachum.

"Esperamos que o grau de investimento atraia grandes empresas estrangeiras ao mercado brasileiro", afirma. O executivo também acredita que a nova classificação de risco do Brasil contribua para o processo de consolidação dos transformados plásticos.



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Empresas da indústria química temem efeitos no câmbio


30/05/2008 | 07:03


Responsável pelo maior déficit comercial da indústria de transformação brasileira, o setor químico se mostra preocupado com os efeitos do grau de investimento concedido pela Fitch no câmbio. Segundo o vice-presidente executivo da Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química), Nelson Pereira dos Reis, a entrada de recursos deverá se refletir em valorização do real frente ao dólar, o que reduzirá ainda mais a competitividade da indústria brasileira.

"Será preciso administrar a entrada destes recursos pois os efeitos no câmbio podem agravar a situação do setor", disse o executivo.

Nos quatro primeiros meses do ano, o déficit comercial da indústria química totalizou US$ 5,4 bilhões, alta de 64,5% em relação a igual período de 2007. No ano passado, o déficit foi de US$ 13,2 bilhões.

O vice-presidente da Abiquim acredita que a entrada de recursos prevista por outros setores como a construção civil não deverá ser tão marcante na indústria química. Devido ao aumento da demanda local por insumos, destaca, as empresas já intensificam os investimentos.

Para o setor de transformados plásticos, que tem como fornecedores as petroquímicas, o grau de investimento representa uma possibilidade de entrada de novos recursos no Brasil, destaca o presidente da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), Merheg Cachum.

"Esperamos que o grau de investimento atraia grandes empresas estrangeiras ao mercado brasileiro", afirma. O executivo também acredita que a nova classificação de risco do Brasil contribua para o processo de consolidação dos transformados plásticos.

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