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Depois de encontro com o presidente, Onix diz que fica

Ministro-chefe da Casa Civil afirma que sequer tratou saída do governo com Jair Bolsonaro


da ABr

02/02/2020 | 00:01


Em meio à pressão para deixar o cargo, o ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, Onyx Lorenzoni, disse ontem, em Brasília, que não tratou dessa possibilidade com o presidente Jair Bolsonaro, com quem esteve reunido por pouco mais de uma hora.

“Nós nem conversamos sobre isso. Conversamos sobre as tarefas do ministro da Casa Civil a partir do meu retorno das férias. Na verdade, eu chegaria (dos Estados Unidos) hoje (ontem), consegui antecipar e hoje (ontem) nós conversamos sobre a rotina normal, fica tudo igual, não mudou nada”, garantiu.

O ministro acrescentou ainda que teve reunião de trabalho com Bolsonaro, que já lhe deu “uma série de determinações”. “As coisas vão continuar a seguir o seu rumo normal”, ressaltou.

Sobre a exoneração de Vicente Santini, considerado o número dois da Casa Civil, durante as férias de Onyx, na última semana, o ministro garantiu que o assunto é “página virada”. 

O secretário executivo foi demitiu depois de usar um avião da FAB (Força Aérea Brasileira) para ir de Davos, na Suíça, onde participou do Fórum Econômico Mundial, para Nova Delhi, durante visita de Bolsonaro à Índia. “Conversamos sobre isso, mas isso é página virada, está resolvido e ponto final. O presidente tomou suas decisões. O presidente é o meu líder. A decisão que ele toma é a que deve ser acatada”.

Na segunda-feira, Onyx será o representante do presidente na sessão de abertura dos trabalhos do Congresso. O ministro levará ao Parlamento a mensagem presidencial, que foi revisada por Bolsonaro. Onyx adiantou que, além de ressaltar a importância das reformas administrativa e tributária, a mensagem trata ainda do combate à criminalidade e à corrupção e do fortalecimento da imagem do País no exterior.

CONGRESSO 

Para 2020, Onyx disse que a articulação política não muda, continuará sob o comando do general Luiz Eduardo Ramos, chefe da secretaria de Governo. Ele avaliou que as dificuldades entre Executivo e Legislativo são normais em todo governo. “Este é um governo que vem fazendo série de reformas, fizemos a maior reforma previdenciária que um País ocidental fez em uma única vez”, pontuou. 



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Depois de encontro com o presidente, Onix diz que fica

Ministro-chefe da Casa Civil afirma que sequer tratou saída do governo com Jair Bolsonaro

da ABr

02/02/2020 | 00:01


Em meio à pressão para deixar o cargo, o ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, Onyx Lorenzoni, disse ontem, em Brasília, que não tratou dessa possibilidade com o presidente Jair Bolsonaro, com quem esteve reunido por pouco mais de uma hora.

“Nós nem conversamos sobre isso. Conversamos sobre as tarefas do ministro da Casa Civil a partir do meu retorno das férias. Na verdade, eu chegaria (dos Estados Unidos) hoje (ontem), consegui antecipar e hoje (ontem) nós conversamos sobre a rotina normal, fica tudo igual, não mudou nada”, garantiu.

O ministro acrescentou ainda que teve reunião de trabalho com Bolsonaro, que já lhe deu “uma série de determinações”. “As coisas vão continuar a seguir o seu rumo normal”, ressaltou.

Sobre a exoneração de Vicente Santini, considerado o número dois da Casa Civil, durante as férias de Onyx, na última semana, o ministro garantiu que o assunto é “página virada”. 

O secretário executivo foi demitiu depois de usar um avião da FAB (Força Aérea Brasileira) para ir de Davos, na Suíça, onde participou do Fórum Econômico Mundial, para Nova Delhi, durante visita de Bolsonaro à Índia. “Conversamos sobre isso, mas isso é página virada, está resolvido e ponto final. O presidente tomou suas decisões. O presidente é o meu líder. A decisão que ele toma é a que deve ser acatada”.

Na segunda-feira, Onyx será o representante do presidente na sessão de abertura dos trabalhos do Congresso. O ministro levará ao Parlamento a mensagem presidencial, que foi revisada por Bolsonaro. Onyx adiantou que, além de ressaltar a importância das reformas administrativa e tributária, a mensagem trata ainda do combate à criminalidade e à corrupção e do fortalecimento da imagem do País no exterior.

CONGRESSO 

Para 2020, Onyx disse que a articulação política não muda, continuará sob o comando do general Luiz Eduardo Ramos, chefe da secretaria de Governo. Ele avaliou que as dificuldades entre Executivo e Legislativo são normais em todo governo. “Este é um governo que vem fazendo série de reformas, fizemos a maior reforma previdenciária que um País ocidental fez em uma única vez”, pontuou. 

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