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Para CNI, BC ‘errou a mão’ no ritmo de queda da Selic



04/10/2006 | 00:21


O economista-chefe da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Flávio Castelo Branco, afirmou nesta terça que o BC (Banco Central) “errou a mão” no ritmo de redução da taxa de juros básica da economia (a Selic). Para ele, a queda dos juros deveria ter sido mais rápida e de maior intensidade. “A evolução da inflação abaixo da meta e a revisão para baixo do crescimento econômico mostram claramente que a desinflação da economia foi forte demais”, avaliou.

Na segunda-feira, a pesquisa semanal divulgada pelo BC sobre as expectativas do mercado financeiro mostrou que os analistas reduziram a previsão de inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) para este ano, de 3,03% para 2,98%. O relatório de inflação divulgado na semana passada pelo BC prevê inflação de 3,4% para este ano enquanto o centro da meta do governo é 4,5%.

O diretor de Política Econômica do BC, Afonso Bevilaqua, chegou a admitir na semana passada a possibilidade, ainda que pequena, de a inflação este ano ficar abaixo do piso da meta, que é de 2,5%. “Projeção de inflação abaixo da meta não é uma evolução muito positiva porque impõe grande custo para a sociedade, que é o de crescer menos. Nesse sentido, o Banco Central poderia ser mais célere na queda da taxa Selic”, afirmou Castelo Branco.

Revisão – A CNI revisou a previsão de crescimento da economia este ano de 3,7% para 2,9%. Por sua vez, o Banco Central reduziu de 4% para 3,5%.



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Para CNI, BC ‘errou a mão’ no ritmo de queda da Selic


04/10/2006 | 00:21


O economista-chefe da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Flávio Castelo Branco, afirmou nesta terça que o BC (Banco Central) “errou a mão” no ritmo de redução da taxa de juros básica da economia (a Selic). Para ele, a queda dos juros deveria ter sido mais rápida e de maior intensidade. “A evolução da inflação abaixo da meta e a revisão para baixo do crescimento econômico mostram claramente que a desinflação da economia foi forte demais”, avaliou.

Na segunda-feira, a pesquisa semanal divulgada pelo BC sobre as expectativas do mercado financeiro mostrou que os analistas reduziram a previsão de inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) para este ano, de 3,03% para 2,98%. O relatório de inflação divulgado na semana passada pelo BC prevê inflação de 3,4% para este ano enquanto o centro da meta do governo é 4,5%.

O diretor de Política Econômica do BC, Afonso Bevilaqua, chegou a admitir na semana passada a possibilidade, ainda que pequena, de a inflação este ano ficar abaixo do piso da meta, que é de 2,5%. “Projeção de inflação abaixo da meta não é uma evolução muito positiva porque impõe grande custo para a sociedade, que é o de crescer menos. Nesse sentido, o Banco Central poderia ser mais célere na queda da taxa Selic”, afirmou Castelo Branco.

Revisão – A CNI revisou a previsão de crescimento da economia este ano de 3,7% para 2,9%. Por sua vez, o Banco Central reduziu de 4% para 3,5%.

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