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Aldo rejeita pedido do PP para anular cassação de Pedro Corrêa


Da Agência Câmara

21/03/2006 | 12:01


O presidente da Câmara, Aldo Rebelo (PCdoB-SP), recomendou o arquivamento do pedido do PP para anular a cassação do presidente do partido, ex-deputado Pedro Corrêa. A decisão de Aldo ainda deve ser ratificada pela Mesa Diretora.

O líder do PP, deputado Mário Negromonte (BA), questionou a votação que cassou o mandato de Pedro Corrêa por afirmar que houve quebra de sigilo dos votos, no último dia 15. Negromonte acusou deputados de não utilizar as cabines para buscar e preencher as cédulas de votação, que, segundo ele, foram distribuídas antes da hora.

Pedro Corrêa foi acusado de receber recursos das contas do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, apontado como operador do suposto esquema do 'mensalão'. Corrêa admitiu que o PT repassou R$ 700 mil ao PP por intermédio do empresário, para pagar a defesa do ex-deputado Ronivon Santiago, que era processado por compra de votos no Acre. Segundo Marcos Valério, no entanto, a quantia doada foi de R$ 4 milhões.




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Aldo rejeita pedido do PP para anular cassação de Pedro Corrêa

Da Agência Câmara

21/03/2006 | 12:01


O presidente da Câmara, Aldo Rebelo (PCdoB-SP), recomendou o arquivamento do pedido do PP para anular a cassação do presidente do partido, ex-deputado Pedro Corrêa. A decisão de Aldo ainda deve ser ratificada pela Mesa Diretora.

O líder do PP, deputado Mário Negromonte (BA), questionou a votação que cassou o mandato de Pedro Corrêa por afirmar que houve quebra de sigilo dos votos, no último dia 15. Negromonte acusou deputados de não utilizar as cabines para buscar e preencher as cédulas de votação, que, segundo ele, foram distribuídas antes da hora.

Pedro Corrêa foi acusado de receber recursos das contas do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, apontado como operador do suposto esquema do 'mensalão'. Corrêa admitiu que o PT repassou R$ 700 mil ao PP por intermédio do empresário, para pagar a defesa do ex-deputado Ronivon Santiago, que era processado por compra de votos no Acre. Segundo Marcos Valério, no entanto, a quantia doada foi de R$ 4 milhões.


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