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PF fecha fábrica por crime ambiental



04/04/2006 | 00:12


A PF (Polícia Federal) fechou segunda-feira uma fábrica clandestina que funcionava ao lado do Parque Ecológico do Tietê, em São Paulo. Lá todas as semanas eram reprocessadas de 50 a 100 toneladas de borra de alumínio, sobras produzidas durante a industrialização de cassiterita. Para isso era usada água do rio Tietê, para onde também eram devolvidas as sobras do processo.

Os donos do lugar foram presos em flagrante pela Delegacia de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente e Patrimônio Histórico por crime contra o meio ambiente e de sonegação fiscal. "Eles devolviam ao rio uma água impregnada de enxofre e amônia", disse o delegado Jorge Márcio Arantes Cardoso.

A investigação dos federais começou semana passada, depois de uma denúncia anônima. Os proprietários da fábrica, Pasquale Curccio, 56 anos, e seu filho Ricardo, 27, admitiram que trabalhavam de forma irregular. Além deles havia quatro empregados na fábrica, que tinha 12 funcionários ao todo.

Depois dos federais chegaram peritos, que constaram o crime ambiental. Eles encontraram o sistema de captação clandestina de água do Tietê e quatro cilindros, com capacidade para 5 mil quilos, usados no processo químico de tratamento da borra do alumínio. Isso é feito para retirar da borra sobras de alumínio. As sobras líquidas desse processo, segundo os proprietários, eram depositadas num tanque de decantação. E os detritos resultantes seriam transportados para um aterro.



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PF fecha fábrica por crime ambiental


04/04/2006 | 00:12


A PF (Polícia Federal) fechou segunda-feira uma fábrica clandestina que funcionava ao lado do Parque Ecológico do Tietê, em São Paulo. Lá todas as semanas eram reprocessadas de 50 a 100 toneladas de borra de alumínio, sobras produzidas durante a industrialização de cassiterita. Para isso era usada água do rio Tietê, para onde também eram devolvidas as sobras do processo.

Os donos do lugar foram presos em flagrante pela Delegacia de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente e Patrimônio Histórico por crime contra o meio ambiente e de sonegação fiscal. "Eles devolviam ao rio uma água impregnada de enxofre e amônia", disse o delegado Jorge Márcio Arantes Cardoso.

A investigação dos federais começou semana passada, depois de uma denúncia anônima. Os proprietários da fábrica, Pasquale Curccio, 56 anos, e seu filho Ricardo, 27, admitiram que trabalhavam de forma irregular. Além deles havia quatro empregados na fábrica, que tinha 12 funcionários ao todo.

Depois dos federais chegaram peritos, que constaram o crime ambiental. Eles encontraram o sistema de captação clandestina de água do Tietê e quatro cilindros, com capacidade para 5 mil quilos, usados no processo químico de tratamento da borra do alumínio. Isso é feito para retirar da borra sobras de alumínio. As sobras líquidas desse processo, segundo os proprietários, eram depositadas num tanque de decantação. E os detritos resultantes seriam transportados para um aterro.

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