Fechar
Publicidade

Sábado, 11 de Julho

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Economia

soraiapedrozo@dgabc.com.br | 4435-8057

Argentina diz que negocia Alca em 'igualdade' com o Brasil


Da AFP

17/11/2003 | 14:32


O secretário das Relações Econômicas Internacionais da Argentina, Martín Redrado, insistiu nesta segunda-feira que seu país e o Brasil negociarão a Área de Livre Comércio das Américas (Alca) de maneira conjunta. Ele descartou que a reunião do bloco econômico desta quinta-feira – a principal da semana - em Miami vá fracassar.

A Argentina está negociando "sete acordos de uma vez e a Alca não é o mais importante", disse Redrado, explicando que em todos eles o objetivo é "ganhar mercado para as exportações e assinar tratados que tenham reciprocidade". A declaração foi feita em entrevista ao jornal Clarin.

O funcionário descartou que a iminente reunião em Miami venha a fracassar com a da Organização Mundial do Comércio (OMC) em Cancun, em setembro passado. Entretanto, ele avaliou que "México e Chile querem uma Alca hemisférica nos temas que interessam aos Estados Unidos, enquanto nós, com o Brasil, preferimos um tratado bilateral ".

Os presidentes argentino, Néstor Kirchner, e brasileiro, Luiz Inácio Lula de Silva, se comprometeram a fechar posições frente a temas que envolvam o interesse regional nos foros internacionais para levar uma postura unificada, como no caso do encontro da Alca.

O chanceler argentino, Rafael Bielsa, destacou a postura ao lembrar que a estratégia é negociar "em condições de igualdade" com o sócio mais importante do Mercosul. Buenos Aires e Brasília esperam reciprocidade nas negociações com os Estados Unidos. Em particular, querem que se levantem as barreiras protecionistas no setor agropecuário e do aço para que, em contrapartida, a região acorde temas chaves para Washington, como serviços e tratados de investimentos estrangeiros.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Argentina diz que negocia Alca em 'igualdade' com o Brasil

Da AFP

17/11/2003 | 14:32


O secretário das Relações Econômicas Internacionais da Argentina, Martín Redrado, insistiu nesta segunda-feira que seu país e o Brasil negociarão a Área de Livre Comércio das Américas (Alca) de maneira conjunta. Ele descartou que a reunião do bloco econômico desta quinta-feira – a principal da semana - em Miami vá fracassar.

A Argentina está negociando "sete acordos de uma vez e a Alca não é o mais importante", disse Redrado, explicando que em todos eles o objetivo é "ganhar mercado para as exportações e assinar tratados que tenham reciprocidade". A declaração foi feita em entrevista ao jornal Clarin.

O funcionário descartou que a iminente reunião em Miami venha a fracassar com a da Organização Mundial do Comércio (OMC) em Cancun, em setembro passado. Entretanto, ele avaliou que "México e Chile querem uma Alca hemisférica nos temas que interessam aos Estados Unidos, enquanto nós, com o Brasil, preferimos um tratado bilateral ".

Os presidentes argentino, Néstor Kirchner, e brasileiro, Luiz Inácio Lula de Silva, se comprometeram a fechar posições frente a temas que envolvam o interesse regional nos foros internacionais para levar uma postura unificada, como no caso do encontro da Alca.

O chanceler argentino, Rafael Bielsa, destacou a postura ao lembrar que a estratégia é negociar "em condições de igualdade" com o sócio mais importante do Mercosul. Buenos Aires e Brasília esperam reciprocidade nas negociações com os Estados Unidos. Em particular, querem que se levantem as barreiras protecionistas no setor agropecuário e do aço para que, em contrapartida, a região acorde temas chaves para Washington, como serviços e tratados de investimentos estrangeiros.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;