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Cresce número de políticos com sites e blogs na região


Miriam Gimenes
Do Diário do Grande ABC

03/02/2007 | 21:40


“Criar meu website, fazer minha home page, com quantos mega bytes...” A música Pela internet, de Gilberto Gil, parece ter influenciado alguns parlamentares do Grande ABC a apostarem na internet (site e blog) para auxiliar o trabalho político. A eficiência da ferramenta, no entanto, ainda é incerta, já que fica difícil medir a aceitação da população.

O vereador Paulinho Serra (PSDB-Santo André) tem um site desde 2004, quando era candidato. Para ele, embora o custo seja elevado – cerca de R$ 200 mensais – a ferramenta virtual é um investimento. “Um boletim pode ser difundido para cerca de mil e-mails e pelo mesmo custo.”

Segundo o último censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), apenas 25,5% das casas do município de Santo André têm computador. Mesmo assim, o tucano aposta na eficiência do site. “É uma forma de prestar serviços e trabalhar para a próxima eleição de vereador (2008).”

O parlamentar de São Caetano Horácio Neto (Psol) conta que, além de difundir seu trabalho político, usa o site para receber reivindicações. “Muitas pessoas me procuram pela internet.”

Neto cita, por exemplo, a denúncia de um munícipe sobre a paralisação de obras em São Caetano. “Nesta semana vou levar essa queixa à sessão para mostrá-la aos demais vereadores.” Quem quiser saber quais são as sugestões postas para o vereador via-internet, ficará decepcionado: o acesso não é permitido.

José Ferreira (PT), vereador de São Bernardo que também mantém um site, pretende atualizá-lo. “Não tenho feito isso desde o ano passado por razões financeiras.” Segundo ele, a atualização custa cerca de R$ 69 ao mês. Além dos três, mais 13 parlamentares do Grande ABC mantêm páginas pessoais.

Dificuldade - O consultor em marketing político Marco Iten reconhece a dificuldade em difundir um site basicamente político à população. “Não gera interesse, mas se o parlamentar inverter isso, usando ferramentas modernas, pode passar a se comunicar com o eleitor com freqüência.”

Iten sugere o uso de boletim por e-mail. “Isso pode provocar o interesse do eleitor,” Um site “bom”, segundo o consultor, custa em média R$ 4,5 mil.


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